segunda-feira, 31 de março de 2025

 

 ATA 2ª. 59  DE REUNIÃO  ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO

MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ – MONAPB

 BIÊNIO 2025-2027



A reunião do Conselho Consultivo foi denominada reunião de planejamento, uma vez que visando a articulação territorial aconteceu sem a publicação do Decreto de constituição do Conselho. 


CONSELHO CONSULTIVO MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ (MNEPB)

2ª MEMÓRIA DE REUNIÃO DE PLANEJAMENTO CONSELHO CONSULTIVO

 

 

Data: 06 de fevereiro de 2025
Local: Auditório do Paço Municipal, São Bento do Sapucaí - SP
Horário: Início às 9h18 e encerramento às 11h27

 

CONSELHEIROS PRESENTES:

PODER PÚBLICO

Setor

Representante

Fundação Florestal

Lucas José de Araújo Oliveira e

Cláudia Camila Faria Oliveira

Polícia Militar Ambiental

AUSENTE

Instituto de Pesquisas Ambientais

 Silvio Takashi Hiruma

Coordenadoria de Fauna

Vitor Suzuki de Carvalho

Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí

 Bruno Felipe e Lucas Nilo

 

SOCIEDADE CIVIL

Setor

Representante

ONGs Ambientalistas

Breno Carvalho Pereira e

Eduardo Sawaya Botelho Bracher

Setor Privado

Alberto Vazquez

Cooperativas, sindicatos, trabalhadores e

entidades de classe

Eliseu Rodrigues Frechou e

Sérgio Roberto Robles Vertiola

Cooperativas, associações e profissionais ligados ao Ecoturismo

Juliana de Oliveira Soncini e

Thaís Moreira Pacheco Savino

Ensino e Pesquisa

Murilo Costa Santiago

Proprietários de imóveis

 AUSENTE

 

COLABORADORES PRESENTES:

Inná Saldanha (Monitora), Gabriela Pontes (Monitora), Danilo da Costa (Monitor), Nádia Aun, Kelly Coletti e Ricardo Moraes.

ABERTURA

Na quarta-feira, 06 de fevereiro de 2025, às 9h18, no auditório do Paço Municipal, teve início a reunião de planejamento[1] do Conselho Consultivo do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú, biênio 2025-2027. O presidente, Lucas Oliveira (Fundação Florestal) deu as boas-vindas aos participantes, apresentou as pautas da reunião e informou que o processo de constituição do conselho ainda estava em andamento. Destacou a importância da continuidade das reuniões paralelamente ao processo de tramitação, ressaltando que os conselheiros indicados estariam presentes, e que essas reuniões seriam posteriormente incorporadas ao processo, como memórias, após a publicação do decreto. Sem mais informações sobre o assunto, Lucas deu início aos trabalhos.

PAUTAS:

  1. Apresentação do Secretário do Meio Ambiente e do Diretor MONA Baú;
  2. Apresentação do Programa MonitoraBio - resultados preliminares MONA;
  3. Projeto de acessibilidade “Cadeira Julietti”;
  4. Limpeza e manutenção de trilhas - Alberto;
  5. Plano de sinalização MONA Baú;
  6. Apresentação proposta de cronograma para a reabertura da Face Sul;
  7. Atualização sobre o convênio (previsão de assinatura);
  8. Informes.

 

1.  APRESENTAÇÃO DO SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE E DO DIRETOR MONA BAÚ

O Secretário do Meio Ambiente, Bruno Felipe, da Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí, iniciou sua fala com uma breve apresentação sobre sua trajetória. Bruno trabalha na prefeitura há cinco anos e, na gestão anterior, atuou como Diretor de Resíduos Sólidos. Na atual gestão, foi convidado para assumir o cargo de Secretário do Meio Ambiente. Bruno se colocou à disposição para colaborar e contribuir com o que for necessário para o Conselho. 

O próximo a se apresentar foi o Diretor do MONA, Lucas Nilo. Na gestão anterior, Lucas atuou como Diretor do MONA Pedra do Baú por um período de dois anos. Na atual gestão, o prefeito o convidou a continuar no cargo. Lucas se colocou à disposição para ajudar no que for necessário. 

2.  APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MONITORABIO - RESULTADOS PRELIMINARES MONA BAÚ

Danilo, monitor ambiental, iniciou sua apresentação sobre o Programa MonitoraBio da Fundação Florestal. A apresentação foi dividida em duas partes. Na primeira, Danilo forneceu ao Conselho uma visão geral do MonitoraBio, abordando a introdução ao programa, suas linhas de atuação (monitoramento de mamíferos, aves, borboletas, primatas, entre outros), os métodos utilizados para coletar os dados e como os resultados obtidos contribuem para a preservação ambiental e o conhecimento da biodiversidade. Na segunda parte, apresentou um resultado parcial do levantamento realizado na área do MONA Pedra do Baú.

Segundo Danilo, a presença de mamíferos é considerável, com cerca de 20 espécies monitoradas dentro da área estipulada, o que é considerado um número expressivo pelos biólogos. Com o fechamento do MONA Baú, em setembro de 2024, houve um atraso na campanha de monitoramento de mamíferos. Dez câmeras ainda estão instaladas para o monitoramento e serão retiradas até meados de fevereiro, para uma análise mais detalhada da fauna encontrada na região.

3.  PROJETO DE ACESSIBILIDADE “CADEIRA JULIETTI”

O gestor Lucas apresentou o projeto de acessibilidade “Cadeira Julietti” para o Conselho, como uma ação a ser implementada nas trilhas do MONA Pedra do Baú. Inicialmente, a ação deve contemplar apenas a trilha do Mona: a do estacionamento 2 até a entrada da trilha do Bauzinho, devido ao melhor acesso e ao suporte de carro disponível tanto na entrada quanto na saída. No entanto, alguns conselheiros questionaram a viabilidade dessa trilha, considerando o nível de dificuldade que ela apresenta.

O conselheiro Eliseu sugeriu que a ação seja revista e repensada para ser implementada em outras trilhas mais abertas, com menor inclinação e grau de dificuldade reduzido. Lucas acolheu a sugestão de Eliseu, destacando a importância da presença e das contribuições dos conselheiros e colaboradores para o desenvolvimento de ações no território.

4.  LIMPEZA E MANUTENÇÃO DE TRILHAS - ALBERTO

O conselheiro Alberto se apresentou ao Conselho e iniciou sua exposição compartilhando um mapa com as principais trilhas do MONA Pedra do Baú. Durante a apresentação, ele destacou que um dos acessos para o Col (entre Bauzinho e Baú) possui uma escada, o que facilita o acesso, já que o outro lado da trilha está degradado. A sugestão de Alberto foi fechar a entrada degradada e permitir o uso apenas da via com a escada, ou, alternativamente, realizar o manejo da parte degradada da trilha. No entanto, para que isso seja feito, é necessário contar com mão de obra, que ficaria sob responsabilidade da prefeitura ou de um voluntário (como contrapartida).

Lucas Nilo, Diretor do MONA, informou que o número de funcionários responsáveis pela manutenção está defasado, pois um está de licença e o outro possui obrigações diárias a serem cumpridas.

O conselheiro Eliseu questionou a necessidade de manutenção dessa trilha, uma vez que o acesso pela escada torna o retorno ao ponto inicial mais distante. Portanto, ficou acordado que um estudo mais detalhado será realizado para avaliar a situação e definir as ações a serem implementadas na próxima temporada.

Além disso, o conselheiro Alberto mencionou outros pontos que também necessitam de manutenção, como forma de melhorar os acessos às principais trilhas do MONA Pedra do Baú.

5.  PLANO DE SINALIZAÇÃO MONA BAÚ

A monitora Inná se apresentou ao Conselho e iniciou sua fala destacando a importância do plano de sinalização do MONA Pedra do Baú, as ações que serão implementadas e a situação atual da sinalização. Segundo Inná, atualmente o MONA apresenta uma sinalização pontual e desorganizada, devido à falta de padrão, o que a torna, em algumas ocasiões, contraproducente em seu objetivo final, dificultando o acesso, a compreensão das informações e a segurança dos visitantes.

Inná apresentou e explicou os tipos de sinalização que serão utilizados, conforme a necessidade de cada local e sua funcionalidade. Os tipos de sinalização abordados foram: sinalização de entrada de trilha, sinalização de percurso (direcional, confirmatória e tranquilizadora), sinalização de distância percorrida, sinalização interpretativa, sinalização de acessibilidade, sinalização educativa/regulatória e sinalização emergencial.

A monitora Inná mostrou ao Conselho placas já confeccionadas e outras cuja confecção foi pleiteada, além de apresentar um cronograma de implementação e monitoramento para a sinalização do MONA Pedra do Baú.

O conselheiro Silvio perguntou qual seria o tempo estimado para a confecção das placas interpretativas, que conteriam informações sobre a localização, a história local, a geologia da região, a biodiversidade, as normas de visitação e os cuidados com o meio ambiente. O gestor Lucas explicou que o trâmite burocrático para solicitar esse tipo de placa pode levar, em média, de três a quatro meses.

O conselheiro Alberto sugeriu a instalação de uma ou mais placas de sinalização para alertar os visitantes sobre o perigo de jogar pedras em uma área onde há presença de escaladores, uma vez que isso pode representar um risco significativo de acidentes, comprometendo a segurança das pessoas que praticam escalada e demais visitantes do local.

6.  APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA DE CRONOGRAMA PARA A REABERTURA DA FACE SUL

O gestor Lucas iniciou sua fala apresentando um cronograma de trabalho com o planejamento e as ações necessárias para a implementação da Face Sul. O documento apresentado não tem caráter oficial, mas sim de consulta, objetivando a mobilização de gestão, conselheiros e colaboradores, de forma a se dedicarem a possibilidade de efetivar a execução da Face Sul no território. Os conselheiros não se opuseram a trabalhar juntos para concretizar o plano, mas identificaram alguns gargalos que precisam ser discutidos ao longo do processo.

Alguns conselheiros fizeram considerações sobre a pauta em questão:

     O conselheiro Sérgio levantou preocupações sobre os riscos e questionou se o Conselho possui meios legais para garantir, de forma legal, a segurança das pessoas envolvidas na construção da Face Sul, serão pautadas nas Normas Regulamentadoras - NR. Além disso, destacou a importância da implementação de um Plano de Manejo no território.

     O conselheiro Vitor sugeriu usar o espaço do Conselho para debater e analisar as demandas de forma mais eficaz.

     O conselheiro Eliseu destacou a importância do trabalho coletivo para que a Face Sul saia do papel. Ele ressaltou que a reabertura da Face trará benefícios diretos e indiretos para toda a comunidade e enfatizou a necessidade de viabilizar a execução do planejamento, com o esforço e a colaboração de todos(as).

     O conselheiro Silvio falou sobre a importância de analisar a suscetibilidade da Face Sul, identificando pontos críticos que devem ser considerados no plano de reabertura. Ele lembrou que a Face Sul foi fechada devido ao risco de desmoronamento, e esse fato não pode ser desconsiderado.

A gerente regional, Camila, explicou ao Conselho como o plano de manejo é elaborado atualmente. Ela informou que, no momento, a Fundação Florestal é 100% responsável pela elaboração do plano, sendo que há um cronograma com a previsibilidade de elaboração do Plano de Manejo das Unidades de Conservação. Embora a Fundação Florestal não possa definir uma data específica de início para a formulação e elaboração do plano de manejo para o MONA Pedra do Baú, há a previsão de início em 2027 (previsão em anexo). Camila deixou claro que as ações realizadas no território não serão descartadas, mesmo que o plano de manejo seja implementado, pois o plano é um instrumento para a gestão da unidade.

 

 

7.  ATUALIZAÇÃO SOBRE O CONVÊNIO

Lucas informou ao Conselho que a renovação do Convênio entre a Fundação Florestal e a Prefeitura Municipal está em andamento, aguardando apenas a assinatura. Ele apresentou ao Conselho o documento de despacho encaminhado à Diretoria Executiva da Fundação Florestal com a finalidade de assinatura do Convênio. A assinatura pelo município será realizada pelo prefeito de São Bento do Sapucaí, Gilberto Donizetti de Souza.

8.  INFORMES

Os informes apresentados ao Conselho foram:

     Transmissão ao vivo e gravação das reuniões: solicitação da colaboradora Renata Calmon

O Conselho decidiu que a transmissão ao vivo e a gravação das reuniões não são viáveis devido à falta de infraestrutura adequada. Além disso, foi mencionado que isso poderia ferir o direito de imagem de quem não deseja ser filmado. Os conselheiros e colaboradores concordaram que a leitura da ata é suficiente para se informar sobre o que foi discutido e deliberado. Por fim, os conselheiros reforçaram a importância da participação presencial nas reuniões para um diálogo mais efetivo.

     Febre Amarela: Informes

Lucas informou ao Conselho sobre casos confirmados de febre amarela em animais no estado de São Paulo. Os casos estão sob monitoramento estadual, os quais apresentaram aumento significativo de epizootia em nossa região. Até o momento, não há nenhuma diretriz institucional que torne obrigatório a apresentação da carteira de vacinação contra a febre amarela para acesso nas Unidades de Conservação. Por esse motivo, a gerente regional da Fundação Florestal, Camila, afirmou que a decisão de exigir ou não a apresentação da carteira de vacinação fica a critério da Prefeitura Municipal.

O Conselheiro Vitor compartilhou no grupo de WhatsApp do Conselho Consultivo um mapa com os focos de febre amarela no estado e um vídeo sobre o assunto.

     Relatório do número de visitantes do MONA

Lucas informou ao Conselho que disponibilizará aos conselheiros um documento atualizado com as informações referente ao número de visitantes do MONA.

     Próximas reuniões do Conselho:

10/04/2025 – (quinta-feira)

12/06/2025 – (quinta-feira)

07/08/2025 – (quinta-feira)

 

ENCERRAMENTO

Não havendo mais assuntos a tratar, o presidente Lucas Oliveira agradeceu novamente a presença de todos e encerrou a reunião às onze horas e vinte e sete minutos.

São Bento do Sapucaí, 06 de fevereiro de 2025.


 

Lucas José de Araújo Oliveira

Presidente



[1] A reunião do Conselho Consultivo foi denominada reunião de planejamento, uma vez que visando a articulação territorial aconteceu sem a publicação do Decreto de constituição do Conselho.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

 

  ATA 1ª. 58  DE REUNIÃO  ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO

MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ – MONAPB

 BIÊNIO 2025-2027

 

 

Governo do Estado de São Paulo

Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo DLN/GVPM/Mona Estadual da Pedra Do Bau

 

 

ATA DE REUNIÃO

 

 

Nº do Processo: 262.00001195/2025-17

Interessado: DLN/Gerencia Vale Do Paraiba e Mantiqueira, DLN/GVPM/Mona

Estadual da Pedra Do Bau, Diretoria Litoral Norte-DLN

 

Assunto: Atas de Reunião Monumento Natural Estadual Pedra do Baú

 

 

CONSELHO CONSULTIVO MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ (MNEPB)

ATA 1ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO BIÊNIO 2025-2027

 

Data: 18 de dezembro de 2024

Local: Receptivo Turístico do Bauzinho

Horário: 9h30 às 12h00

 

CONSELHEIROS PRESENTES:

PODER PÚBLICO

Fundação Florestal - Lucas José de Araújo Oliveira

Polícia Militar Ambiental - AUSENTE

Instituto de Pesquisas Ambientais - Marco Aurélio Nalon

Coordenadoria de Fauna - AUSENTE

Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí - Lucas Nilo

 

SOCIEDADE CIVIL

ONGs Ambientalistas - AUSENTE

Setor Privado - Alberto Vazquez e Antônio Calvo

Cooperativas, sindicatos, trabalhadores e entidades de classe - Eliseu

Rodrigues Frechou

Cooperativas, associações e profissionais ligados ao Ecoturismo -

AUSENTE

Ensino e Pesquisa - Murílo Costa Santiago

Proprietários de imóveis - Ítalo César Puntoni Memolo

 

COLABORADORES PRESENTES:

Emanuele Rosa (Monitora BK) e Inná Saldanha (Monitora BK)

ABERTURA

Na quarta-feira, 18 de dezembro de 2024, às 9h30, no Receptivo Turístico

do Bauzinho, teve início à primeira reunião ordinária do Conselho

Consultivo do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú, biênio

2025-2027. O presidente, Lucas Oliveira (Fundação Florestal), deu as

boas-vindas aos participantes, apresentou a pauta da reunião e iniciou

os trabalhos.

PAUTAS:

1.    Prestação de contas – Prefeitura de São Bento do Sapucaí;

2.    Posse dos Conselheiros;

3.    Relatório Anual de Gestão – Fundação Florestal;

4.    Andamento dos Trabalhos do GT Regulamento Específico;

5.    Andamento do Convênio;

6.    Planos e Agenda de Gestão para 2025.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

O diretor do MONA, Lucas Nilo, solicitou que a reunião fosse iniciada

com a prestação de contas da Prefeitura, uma vez que não poderia

permanecer até o final. Durante sua apresentação, ele compartilhou o

relatório financeiro referente ao período de 02/04/2025 a 18/12/2025. De

acordo com o relatório, o saldo atual do MONA é de R$ 431.000,00.

 

Principais despesas e custos

● Custos fixos: Os custos com internet e folha de pagamento podem sofrer

pequenas variações. No entanto, o item com maior variação é o custo com

combustível.

● Controle de acesso dos bombeiros: O valor gasto com o contrato

emergencial de bombeiros, que inclui o controle de acesso em pontos como

o estacionamento Chico Bento, o Restaurante Pedra do Baú e a base da

Ferrata, foi de R$ 33.880,00.

● Reformas: A Prefeitura realizou reformas na cabana dos funcionários,

incluindo a troca do telhado e a substituição da parte elétrica, que foi

feita de forma gradual.

● Compra de eletrodomésticos: Eletrodomésticos foram adquiridos para os

funcionários da Prefeitura, mas os valores referentes aos equipamentos

substituídos não foram informados.

 

Lucas Nilo informou ao conselho que fez a compra de manilhas com

recursos do MONA para a manutenção da estrada. No entanto, alguns

conselheiros levantaram questionamentos sobre essa solicitação,

argumentando que a estrada é de responsabilidade municipal e, portanto,

deveria ser custeada pela prefeitura. Em resposta, Lucas disse que a

prefeitura justificou que enfrenta dificuldades para a compra de

material e, segundo Lucas Nilo, a manutenção da estrada não se resume

apenas ao uso de máquinas, sendo também necessária a compra de materiais

para agilizar o processo. Ele concorda que a manutenção da estrada é de

responsabilidade da prefeitura.

Atualmente, o MONA conta com uma equipe de 10 funcionários, além de

custos relacionados aos uniformes e à frota, que inclui os veículos

Deuster e Fox (ambos em manutenção) e o Fiat Strada. Durante a reunião,

também foi discutida a possibilidade de a prefeitura terceirizar a frota

como uma medida para reduzir os custos com manutenção.

Lucas Nilo afirmou que o MONA atualmente não se paga, o que gerou

questionamentos dos conselheiros, já que o MONA sempre foi

autossuficiente no passado. Foi observado que a arrecadação da taxa de

preservação ambiental ocorre apenas na entrada principal do MONA, e não

no estacionamento Chico Bento ou no restaurante Pedra do Baú. Os

conselheiros solicitaram uma contabilidade mais clara e detalhada.

Lucas Nilo não permaneceu até o final da reunião, pois tinha um

compromisso de confraternização da prefeitura. É importante ressaltar

que ele ainda não entregou o PPT apresentado ao Conselho.

POSSE DOS CONSELHEIROS

Antes de Lucas Nilo iniciar a prestação de contas, os conselheiros e

colaboradores discutiram a importância de incluir um representante da

Secretaria de Turismo no conselho, já que, em tempos anteriores, o

conselho contava com essa representação. Antônio Calvo propôs que a

prefeitura convidasse a Secretaria de Turismo para ocupar uma das

cadeiras do conselho. Vale ressaltar que a gestão do MONA Pedra do Baú

começou na Secretaria de Turismo e, posteriormente, foi transferida para

a Secretaria de Meio Ambiente. Caso o MONA continue vinculado à

Secretaria de Meio Ambiente, a sugestão de Calvo é convidar alguém da

Secretaria de Turismo para compor o conselho. Essa questão já é uma

pauta antiga entre os conselheiros.

Foi solicitado por Lucas Oliveira que a posse dos conselheiros seja

adiada para a próxima reunião, pois ainda não houve indicação de nome

para a cadeira destinada à CETESB. Ele também apresentou as cadeiras que

já possuem representantes, sendo elas:

PODER PÚBLICO:

    Fundação Florestal: Lucas José de Araújo Oliveira (titular) e

Cláudia Camila Faria de Oliveira (suplente);

    Polícia Ambiental: 1º Tenente PM Michael Barbosa D'Angelo Meirelles

(titular) e 1º Sgt PM Juliano Domingos Leal (suplente);

    Coordenadoria de Fauna: Vitor Suzuki de Carvalho (titular) e Cauê

Monticelli (suplente);

    Instituto de Pesquisas Ambientais: Silvio Takashi Hiruma (titular)

e Marco Nalon (suplente);

    Prefeitura de São Bento do Sapucaí: Bruno Felipe Gonçalves

(titular) e Lucas Nilo (suplente);

    CETESB: [a definir].

SOCIEDADE CIVIL:

    ONG Ambientalista: Breno Carvalho (titular) e Eduardo Bracher

(suplente);

    Setor Privado: Alberto Vazquez (titular) e Antônio Calvo

(suplente);

    Cooperativas e Sindicatos: Eliseu Rodrigues Frechou (titular) e

Sergio Roberto Robles Vertiola (suplente);

   Cooperativas, Associações e Profissionais Ligados ao Ecoturismo:

Juliana de Oliveira (titular) e Thais Moreira (suplente);

    Ensino e Pesquisa: Murilo Costa Santiago (titular) e Reinaldo

Macari (suplente);

    Proprietários de Imóveis: Ítalo César Puntoni Memolo (titular) e

Bruno Toldi (suplente).

Lucas José sugeriu que, caso não haja uma indicação da CETESB, outras

entidades do Poder Público poderiam ser convidadas para preencher a

vaga, como vereadores, a Secretaria de Turismo ou até mesmo uma cadeira

para a CFB ou ICM-Bio. No entanto, apesar da tentativa de convocar a

CETESB, o presidente do conselho não obteve resposta.

O conselheiro Marco Nalon destacou a importância de manter a cadeira

destinada à CETESB, já que o licenciamento ambiental passa por esse

órgão.

Em relação aos guias autônomos, o conselho reconhece que, embora não

possuam uma representatividade formal, sua participação seria relevante.

Contudo, eles não têm uma entidade com CNPJ para integrar o conselho.

Dessa forma, o conselho reafirma a importância de, caso a CETESB não

apresente um nome, outra entidade que colabore com a gestão preencha a

vaga.

O Gestor da Unidade de Conservação, Lucas José, e Camila, gerente

regional da Fundação Florestal, conversaram com o prefeito eleito de São

Bento do Sapucaí sobre a possibilidade de retomar as discussões sobre os

horizontes do MONA e pendências relacionadas. Foram mencionados muitos

aspectos positivos, incluindo a ideia de envolver mais a Secretaria de

Turismo no MONA. Além disso, Lucas José destacou a importância de criar

um grupo heterogêneo para compor a prestação de contas do MONA.

RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO – FUNDAÇÃO FLORESTAL

Lucas Oliveira apresentou um relatório anual com dados de visitação,

ocorrências médicas, São Paulo Sem Fogo e ações de fiscalização

realizadas ao longo de 2024, destacando:

- Visitação (jun/23 a set/24)

Foi apresentado um gráfico com o total de visitantes (pagantes e

isentos) durante o período de junho de 2023 a setembro de 2024. Os dados

sobre visitantes são fornecidos pela prefeitura. Vale destacar que,

durante o mês de setembro, o MONA esteve fechado devido à Operação São

Paulo Sem Fogo. Além disso, em média, 10% dos visitantes não são

contabilizados no gráfico, pois acessam sem agendamento.

-  Ocorrências Médicas (dez/23 a dez/24)

Foram registradas 5 ocorrências de resgates realizados em conjunto com o

Corpo de Bombeiros, incluindo um óbito de um escalador. Ademais,

houveram 16 incidentes de atenção reportados pelos operadores e guias

autônomos. O gestor Lucas José propôs a criação de um mapa de calor para

espacializar esses dados e identificar os pontos críticos.

- Operação São Paulo Sem Fogo (SPSF)

Durante o período de estiagem, foram adotadas medidas preventivas e de

combate a incêndios florestais. Foram registrados quatro incêndios,

sendo três deles na zona de amortecimento ao redor do MONA e um dentro

da área da Unidade de Conservação. A investigação da Polícia Militar

Ambiental e da Fundação Florestal apontou que a maioria desses incêndios

foi de origem criminosa.

- Fiscalização Territorial

Foram realizadas oito operações integradas com a Polícia Militar

Ambiental para fiscalização e monitoramento da área. Durante essas

operações, foram encaminhadas dez constatações de infração ambiental,

sendo uma relacionada à movimentação de terra no Coímbra. Cuja, há a

necessidade de melhoria da comunicação entre município e Fundação

Florestal em especial quanto ao atendimento da Res. Conama 426, artigo

5.  Afim de não acarretar multas para o município.

- Discussões sobre o Fechamento da UC

Os conselheiros e Lucas José discutiram a efetividade do fechamento da

Unidade de Conservação (UC) de um dia para o outro. Foi enfatizada a

importância de se ter um Plano Emergencial para situações em que o

fechamento da UC seja necessário, de modo a não prejudicar os guias

autônomos. Um dos principais fatores para o fechamento contempla a

necessidade de desonerar a equipe de gestão de uso público durante os

combates a incêndios e alinhar um plano de contingência eficaz.

ANDAMENTO DOS TRABALHOS DO GT REGULAMENTO ESPECÍFICO

Foram relatadas as reuniões realizadas pelo grupo de trabalho, cinco no

total, destacando a paralisação em setembro devido à Operação São Paulo

Sem Fogo e a retomada das atividades em outubro, com a participação dos

operadores para esclarecer alguns pontos e buscar melhorias. Estes

entregaram um documento formal elaborado junto a um advogado, o que

resultou, mais uma vez, na paralisação do GT, para que o documento

pudesse ser analisado pela Fundação Florestal e Município.

Linha do Tempo das Ações Realizadas:

1ª Reunião - 10/07/24: Definição do Plano de Trabalho do GT.

2ª Reunião - 14/08/24: Avaliação do texto do regulamento.

3ª Reunião - 21/08/24: Avaliação e propostas de alteração.

Setembro: Fechamento da UC e paralisação dos trabalhos administrativos

devido à operação SP SF (02/09/24 a 15/10/24).

4ª Reunião - 23/10/24: Reunião online, com a retomada dos trabalhos do

GT e estabelecimento de novo calendário. Posicionamento sobre as

contrapartidas dos monitores.

5ª Reunião - 30/10/24: Acolhimento das solicitações feitas pelos

monitores e recebimento de documentação formal, representada por

advogado, referente às contrapartidas. Paralisação do trabalho do GT.

Devido à natureza jurídica, o documento será analisado e respondido pela

assessoria jurídica e diretoria executiva da Fundação Florestal.

Desenvolvimento e Questões Pendentes:

Vários combinados, relacionados a implementação foram feitos, com a

supervisão dos conselheiros, porém alguns avanços nos trabalhos e, em

especial quanto a implementação, foram paralisados devido ao

endurecimento da relação por parte de alguns guias autônomos em relação

a normativa elaborada conjuntamente.

É importante destacar que nem todos os guias discordaram das

contrapartidas do regulamento específico, contudo, devido a movimentação

de parte deles ser de natureza jurídica. A resposta ao documento

encaminhado à Fundação Florestal será fornecida pelo jurídico da

instituição, com previsão de resposta para janeiro ou fevereiro – após

assinatura do Convênio entre o Município e a Fundação Florestal.

ANDAMENTO DO CONVÊNIO

Lucas Oliveira informou que a minuta do convênio entre a prefeitura de

São Bento do Sapucaí e a Fundação Florestal foi aprovada pelos setores

jurídicos e está em tramitação para assinatura. Alguns destaques do novo

convênio são:

    Site oficial do MONA (com a possibilidade de vendas de ingressos

online);

    Grupo de acompanhamento do convênio;

    Relatório financeiro mensal detalhado;

    Cronograma de manutenção de trilhas (elaborado pelo grupo de

acompanhamento que será composto por seis integrantes da Fundação

Florestal, do município e do Conselho Consultivo);

    Cronograma de ações no território;

    Plano de trabalho detalhado.

PLANOS E AGENDA DE GESTÃO PARA 2025

Lucas José apresentou os planos de ação e a agenda para a gestão em

2025, com propostas voltadas para o aprimoramento das atividades e

segurança.

Reuniões do Conselho – Bimestrais (sugestão):

    06/02/2025 (quinta-feira)

    10/04/2025 (quinta-feira)

    12/06/2025 (quinta-feira)

    07/08/2025 (quinta-feira)

Oficinas e Capacitações:

    Janeiro: Monitoramento de Fauna;

    Março: Manejo de Trilhas;

    Abril: Formação de Monitores Ambientais;

    Maio: Combate a Incêndios (formação de brigadistas) + SCI;

    Junho: Gestão de Segurança + Primeiros Socorros (para monitores

cadastrados).

Planos de Ação:

    Reabertura da Face Sul (prioridade);

    Ordenamento das atividades de escalada.

Estratégias para a reabertura da Face Sul:

A reabertura da Face Sul será viabilizada por meio da compra do material

necessário, enquanto a doação da mão de obra será fornecida pelos

próprios guias/escaladores. A fundação será responsável pela compra de

materiais como vergalhões e brocas, mas não pela força de trabalho. Os

escaladores realizarão a via conforme suas necessidades.

Embora a compra do material não deva ser um processo complexo, existe a

possibilidade de contratar uma empresa especializada para executar o

serviço. Alternativamente, o trabalho pode ser realizado por meio de

contrapartidas.

Ordenamento das atividades de escalada:

Foi realizado um levantamento das vias de escalada, que incluem 112

rotas em locais como Baú, Bauzinho e Ana Chata, com o objetivo de

reduzir os riscos de acidentes. Para isso, serão promovidos simpósios e

reuniões, mas é essencial estabelecer regras claras para o uso do

território. A Fundação Florestal possui uma portaria normativa que

regula as atividades de escalada. Um exemplo da importância desse

ordenamento foi o acidente com o escalador André Maradei, cuja falta de

informações dificultou o resgate e evidenciou a necessidade urgente de

uma gestão mais organizada e segura das atividades.

ENCERRAMENTO

Não havendo mais assuntos a tratar, o presidente Lucas Oliveira

agradeceu novamente a presença de todos e encerrou a reunião às 12h00.

 

 

São Bento do Sapucaí, 18 de dezembro de 2024

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

 ATA 15ª. 57  DE REUNIÃO  ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO

MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ – MONAPB

 BIÊNIO 2022-2024



AINDA NÃO DISPONIBILIZADA

segunda-feira, 17 de junho de 2024

 

               ATA 14ª. 56  DE REUNIÃO  ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO

MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ – MONAPB

 BIÊNIO 2022-2024


Data: 24 de maio de 2024

Local: Auditório – Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí - SP

Início: 9:20

Final: 11:30

 CREDENCIAMENTO DOS PARTICIPANTES

Conselheiros Presentes:

PODER PÚBLICO

Setor

 

Representante

 

 Fundação Florestal

 Lucas Oliveira

 

 Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA)

 Silvio Takashi Hiruma

 

 Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade (CFB)

 Vitor Suzuki de Carvalho

 


SOCIEDADE CIVIL

 

 Setor

 Representante

 

 ONGs Ambientalistas

 Breno Carvalho Pereira

 

 Setor Privado

 Fabrício Henrique Barbosa

 

 Cooperativas, associações e profissionais ligados ao Ecoturismo

 Antônio Calvo

 

 Ensino e Pesquisa

 Murílo Costa Santiago

 

 Proprietários de imóveis

 Italo Cesar Puntoni Memolo

 

 

Participantes não conselheiros:

Alberto Vazquez e Marina Gomes.

ABERTURA

Na sexta-feira, dia 24 de Maio de 2024, em reunião presencial, às 09h20 teve início a décima quarta Reunião do Conselho Gestor do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú.

ASSUNTOS DE PAUTA

1. Renovação do Conselho;

2. SP sem Fogo – Agenda de capacitação e fluxo de acionamento;

3. Sinalização – Calvo;

4. Participação em eventos e feiras;

5. Regulamento Específico.

 O gestor Lucas Oliveira (FF) inicia a reunião dando boas-vindas a todos, e inicia a reunião fazendo sua apresentação aos conselheiros dando início às pautas:

 1. Renovação do Conselho Consultivo – MONA Pedra do Baú

 O Conselho vigente, instituído pela RESOLUÇÃO SIMA Nº 062, DE 20 DE JULHO DE 2022, tem validade até dia 20 de Julho de 2024.

Desta forma foi apresentada a manutenção das cadeiras vigentes e, será iniciado o processo da nova composição.

A Atual Composição do Conselho Consultivo seguem 12 cadeiras com titular e suplente, sendo dispostas conforme segue:

SETOR PÚBLICO

- Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo – Fundação Florestal

- Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo (PAmb)

- Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA)

- Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade (CFB)

- Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí

- Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do Estado de São Paulo

SOCIEDADE CIVIL:

ONG Ambientalista:

- Associação Altiplano do Baú (AAB)

- Outward Bound Brasil (OBB)

SETOR PRIVADO LIGADO A ATIVIDADES TURÍSTICAS, ECONÔMICAS E AMBIENTAIS

- Baú Ecoturismo Esporte e Aventura

- Restaurante Bananada

COOPERATIVAS, SINDICATOS, TRABALHADORES E ENTIDADES DE CLASSE

- Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo (FEMESP)

- Clube Alpino Paulista (CAP)

COOPERATIVAS, ASSOCIAÇÕES E PROFISSIONAIS LIGADOS AO ECOTURÍSMO

- Associação Esportes de Montanha de São Bento do Sapucaí - SP (ASSEM)

- Clube Pedra do Baú de Voo Livre (CPBVL)

ENSINO E PESQUISA

- Fundação Paiol Grande

- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP

PROPRIETÁRIOS DE IMÓVEIS LOCALIZADOS NO INTERIOR DA UNIDADE

- Grupo de Recuperação Ambiental da Pedra do Baú (GRAMBAÚ)

- Fazenda Caminho dos Ventos

2. Capacitação de Combate a incêndios florestais

Estamos programando o treinamento SP Sem Fogo para os dias 13 e 14 de junho, Quinta e Sexta respectivamente.

A ideia é fazer em dois dias para que possamos aprofundar a parte teórica no primeiro dia e no segundo dia fazermos um simulado prático.

Sobre o simulado, ressaltamos que o mesmo será realizado sem fogo, e com o foco na operacionalização da ocorrência.

3. Sinalização das trilhas e padronização das placas – Antônio Calvo

O Antônio Calvo apresentou na reunião o conceito de sinalização que experienciou em sua viagem ao exterior, no Parque Nacional Pumalin, localizado no Chile.

Foi discutida as possibilidades sobre uma possível padronização de placas do MONA Pedra do Baú, e apresentar mais informações como: história, fauna e flora, trilhas entre outras informações importantes para serem divulgadas.

Como encaminhamento, ficou apontado que Calvo, e Murilo Santiago, fatiam um relatório sobre a sinalização do mona, para que desta forma fosse proposto um projeto de sinalização único do MONA Pedra do Baú, seguindo o Manual de Identidade Visual da Fundação Florestal.

4. Museu a céu aberto

A pauta foi indicada pelos conselheiros presentes ficando alinhado que o tema fosse retomado na primeira reunião do novo biênio, qual deve retratar o conceito histórico apresentado.

5. Feiras e encontros FF – Avistar e MF

Exibimos os eventos que participamos recentemente que foram o Avistar, em São Paulo, o Mountain Festival em São Bento do Sapucaí e o Congresso Brasileiro de Turismo de Aventura, que ocorreu em Petrópolis.

6. Regulamento específico Portaria Normativa FF n. 426/2024

Foi apresentado o Texto Publicado do Regulamento Específico qual passou por validação final do Conselho, sendo aprovado e não havendo oposição ao texto, apenas indicações de pequenas correções textuais a serem realizadas.

Foi solicitado pelos conselheiros para que fossem atualizarmos a página de agendamento da prefeitura e mudarmos a resposta automática do agendamento de guiadas no MONA, bem como a necessidade de realização de ampla comunicação em redes sociais sobre as o regramento.

Ainda sobre o tema foi pactuado o esforço conjunto dos atores para que sejam cadastrados com a maior brevidade os condutores, e no primeiro mês da norma, os trabalhos serão em âmbito orientativo

ENCERRAMENTO

Não havendo nada mais a ser debatido, Lucas (FF) agradece a presença de todos e encerra a reunião às 11h20.

São Bento do Sapucaí, 24 de Maio de 2024.

Lucas Oliveira

Presidente do Conselho Gestor