sexta-feira, 12 de junho de 2026

  ATA 6ª. 63  DE REUNIÃO  ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO

MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ – MONAPB

 BIÊNIO 2025-2027


Data: 22 de maio de 2026

Local: Auditório do Paço Municipal, São Bento do Sapucaí - SP

Horário: Início às 9h30 e encerramento às 11h30


CONSELHEIROS PRESENTES:

PODER PÚBLICO

 Setor

 Representante

 Fundação Florestal

 Lucas José de Araújo Oliveira

 Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo  (PAmb)

 1º SGT PM Marco Antônio

 Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA)

 Silvio Takashi Hiruma

 Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia

 Vitor Suzuki de Carvalho

 Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí

 Ian Guimarães Silva

 ICM-Bio

 AUSENTE

 

SOCIEDADE CIVIL

 Setor

 Representante

 ONG Ambientalista

 Andreia Helena

 Setor Privado

 Alberto Vazquez Mayoral

 Cooperativas, sindicatos, trabalhadores e

 entidades de classe

 AUSENTE

 Cooperativas, associações e profissionais ligados    ao Ecoturismo

 Juliana de Oliveira Soncini

 

 Ensino e Pesquisa

 Murilo Costa Santiago

 Proprietários de imóveis

 Ítalo César Puntoni Memolo

 

COLABORADORES PRESENTES:

Inná Saldanha (Monitora) e Ana Júlia Rodrigues Vieira (Monitora).

 

ABERTURA

 

O gestor do MONA, Lucas Oliveira, representante da Fundação Florestal, deu início à reunião cumprimentando os presentes e registrando as justificativas de ausência encaminhadas por alguns conselheiros, sendo eles o ICM-Bio e Cooperativas, sindicatos, trabalhadores e entidades de classe, motivadas por compromissos profissionais e dificuldades de transporte – sendo essas as 2 únicas cadeiras ausentes na presente reunião contando com mais de 80% de conselheiros.

Em seguida, esclareceu que o adiamento da reunião anteriormente prevista ocorreu em razão das atividades relacionadas ao processo de contratação direta de brigadistas pela Fundação Florestal, demanda que exigiu dedicação integral da equipe gestora no território.

 

Acordos Firmados pela Plenária

 

        Ficou estabelecido que não será permitida a gravação da reunião por participantes, exceto para fins de registro oficial do Conselho.

        Deliberou-se que os debates serão restritos aos temas constantes na pauta previamente divulgada.

        Considerando o quórum reduzido, acordou-se o controle do tempo de fala dos participantes, com previsão de encerramento da reunião em aproximadamente uma hora e trinta minutos.

 

PAUTAS:

 

1.    Manutenção de Trilhas (FF);

2.    Troca do modelo de Carteirinha de Morador, para isenção da taxa (Prefeitura);

3.    Prestação de Contas do Primeiro Trimestre (Prefeitura);

4.    Cadastramento e Recadastramento de Guias (FF);

5.    Procedimentos de Licenciamento - dúvidas sobre o órgão gestor e órgão licenciador (FF);

6.    Pautas Solicitadas;

7.    Atualizações sobre a Reabertura da Face Sul (FF).

8.    Programa São Paulo Sem Fogo (SPSF): Ações realizadas (FF);

9.    Apoio Operacional (FF);

 

 

 

1.            MANUTENÇÃO DE TRILHAS (FF)

 

Foi apresentado pelo gestor o panorama das ações de manutenção das trilhas do Complexo do Baú. Lucas esclareceu que, embora a manutenção das áreas de uso público seja uma atribuição do município, a Fundação Florestal tem atuado em apoio a essas atividades.

Esse apoio ocorre por meio de contrapartidas previstas nos Termos de Autorização de Uso concedidos para eventos, que incluem ações de limpeza e manejo das trilhas, bem como pela disponibilização de equipamentos ao município, entre eles motosserra, soprador, roçadeira e motobomba.

 

Informações Relevantes

 

Capacitação: Foi confirmada a realização de um curso de manejo e manutenção de trilhas, previsto para agosto de 2026, com o objetivo de qualificar os envolvidos nas atividades de conservação e uso público.

Áreas Privadas: Foi reforçado que os proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), em especial as que possuem plano de manejo, possuem a responsabilidade de manter suas trilhas em condições adequadas de conservação, limpeza e manejo. Nesse sentido, a Fundação Florestal iniciará tratativas formais com os proprietários para orientá-los, e capacita-los para o cumprimento dessas responsabilidades.

Contrapartidas dos Guias e Agências: Registrou-se que os guias e as agências cadastrados junto ao MONA podem contribuir de forma ativa com as contrapartidas previstas em seus respectivos processos de credenciamento.

As contrapartidas previsas, incluem diversas ações em apoio a gestão e devem ser prestadas conforme cronogramas institucionais, também foi informado que os profissionais e empresas que estiverem inadimplentes quanto ao pelito em relação as contrapartidas, serão formalmente comunicados, e poderão sofrer sanções, restrições ou impedimentos no próximo processo de recadastramento.

 

2.  TROCA DO MODELO DE CARTEIRINHA DE MORADOR, PARA ISENÇÃO DA TAXA (PREFEITURA)

 

Foi apresentada a proposta de modernização da carteirinha de morador utilizada para a concessão da isenção da taxa de entrada no Complexo do Baú. Informou-se que o modelo atualmente adotado, confeccionado em papel, tem gerado dificuldades operacionais, como lentidão no atendimento da portaria, fragilidades no controle de acesso e ocorrência de fraudes. Durante a revisão cadastral, foram identificados diversos registros vinculados ao mesmo endereço de um único imóvel de veraneio.

A Prefeitura, responsável pela gestão do banco de dados por meio de sistema digital, providenciará a emissão de novos cartões plastificados, em formato semelhante ao da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Para a obtenção do benefício, será obrigatória a comprovação de vínculo efetivo com o município, mediante apresentação de comprovante de residência, certidão de nascimento emitida no município ou título de eleitor.

Os conselheiros manifestaram-se favoravelmente à atualização do sistema, entendendo que a medida contribuirá para maior segurança e eficiência no controle de acesso, além de proporcionar agilidade no atendimento da portaria e aprimorar a arrecadação da taxa ambiental.

 

3.  PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PRIMEIRO TRIMESTRE (PREFEITURA)

O diretor Ian, apresentou o balanço financeiro do MONA, contemplando o período de abril a dezembro do ano anterior e o consolidado de janeiro a abril do ano corrente.

Foi informado que o saldo da conta do MONA reduziu de R$ 358.174,17, em abril do ano anterior, para R$ 246.480,91 em dezembro do mesmo ano, encerrando o primeiro quadrimestre do exercício atual com aproximadamente R$ 116.743,43.

As despesas com a folha de pagamento dos servidores concursados representam o principal impacto financeiro do fundo. Atualmente, há dez funcionários operacionais ativos para um total de doze vagas previstas. Destacou-se ainda que, no mês de janeiro, ocorre um impacto recorrente de aproximadamente R$ 58.387,90 em razão do provisionamento das despesas. Além disso, gastos frequentes com a manutenção da suspensão e dos freios dos veículos oficiais, registrados especialmente em março, também contribuem para a elevação das despesas.

Durante a apresentação, o conselheiro Vitor apontou uma inconsistência matemática na soma das despesas constantes na planilha referente ao mês de janeiro. A gestão reconheceu tratar-se de um erro de digitação, informou que a correção será realizada e esclareceu que a inconsistência não altera o cenário histórico de déficit estrutural apresentado.

Foi informado que a arrecadação do MONA vem apresentando redução em razão da diminuição do fluxo turístico observada desde 2023. Também foi destacado que a taxa ambiental, atualmente fixada em R$ 18,00, permanece sem reajuste há três anos, sem correção inflacionária, o que contribui para o agravamento do déficit financeiro.

Quanto às projeções financeiras, a gestão apresentou cenários indicando que, caso a taxa ambiental seja mantida no valor atual ou reajustada tardiamente para R$ 20,00, o Fundo do MONA poderá ser esgotado em janeiro de 2027. Em contrapartida, um reajuste imediato para R$ 26,00 proporcionaria maior fôlego financeiro, embora ainda permaneça o risco de insustentabilidade no médio prazo. Foi ressaltado que, na hipótese de esgotamento do fundo, os custos operacionais do MONA passarão a ser suportados diretamente pelo orçamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Ficou definido que toda a documentação e as planilhas referentes à prestação de contas serão encaminhadas aos conselheiros por e-mail para análise detalhada. Também foi sugerida a criação de um Grupo de Trabalho (GT) específico para acompanhamento da prestação de contas e monitoramento da situação financeira do MONA.

 

4.  CADASTRAMENTO E RECADASTRAMENTO DE GUIAS (FF)

 

Foi apresentada a proposta de unificação e modernização do cadastro de guias turísticos e condutores, a ser desenvolvida em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo, com previsão de implementação em agosto de 2026.

 

Diretrizes do Novo Cadastro

 

Unificação de Dados: Foi informado que o MONA manterá suas exigências técnicas para o credenciamento dos guias que atuam na região, abrangendo também profissionais de municípios vizinhos, como Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, Paraisópolis, Brazópolis, entre outros. Entretanto, os dados cadastrais serão integrados ao sistema municipal. Caberá à Prefeitura de São Bento do Sapucaí realizar a divulgação unificada dos profissionais residentes no município.

Modernização do Sistema: A proposta prevê a emissão de novos crachás oficiais contendo QR Code vinculado ao sistema de cadastro, permitindo validação em tempo real e maior segurança contra falsificações. Durante a discussão, foi sugerida e acolhida a inclusão de identificadores físicos nos crachás, por meio de distintivos ou emblemas representando as especialidades dos profissionais, como Via Ferrata, Cicloturismo e Condução de Trilhas, com o objetivo de facilitar a identificação visual e o controle na portaria.

Categorização por Modalidade: O novo cadastro contemplará a divisão dos profissionais por áreas de atuação, incluindo condução de trilhas, observação de aves (birdwatching) e cicloturismo, este último em cooperação técnica com a Mantivela. A atividade de condução em escalada permanecerá em discussão no âmbito do Seminário Paulista de Escalada, com regulamentação a ser alinhada junto à FEMESP.

Mitigação de Ruídos na Comunicação: Os conselheiros recomendaram que a gestão promova reuniões online e oficinas informativas prévias, visando esclarecer as novas regras e alinhar expectativas junto aos profissionais antes da abertura do processo de cadastramento. A medida busca evitar problemas de comunicação e interpretações divergentes, semelhantes aos ocorridos em anos anteriores.

 

5.  PROCEDIMENTOS DE LICENCIAMENTO – DÚVIDAS SOBRE O ÓRGÃO GESTOR E ÓRGÃO LICENCIADOR (FF)

 

O gestor Lucas esclareceu a distinção legal entre as atribuições do órgão licenciador e do órgão gestor no território da unidade de conservação, com o objetivo de sanar dúvidas recorrentes de moradores, proprietários e guias que atuam na região.

 

Fluxo de Competências

 

Órgão Licenciador: Foi informado que o município de São Bento do Sapucaí passou a integrar o Consórcio de Agências Ambientais do Vale do Paraíba. Nesse contexto, intervenções de menor porte, como supressão de vegetação nativa e pequenas movimentações de terra, são analisadas pela equipe técnica do consórcio. Já os empreendimentos de maior impacto ambiental e os processos que exigem Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) permanecem sob a competência da CETESB.

Função do MONA como Órgão Gestor: Esclareceu-se que a Fundação Florestal, na condição de gestora da unidade de conservação, não possui competência para emitir licenças ambientais, cabendo-lhe a emissão de manifestações técnicas e anuências nos processos de licenciamento. Considerando que todo o território de São Bento do Sapucaí está inserido em alguma categoria de unidade de conservação ou área especialmente protegida, seja em âmbito federal, estadual ou municipal, os processos de licenciamento iniciados junto ao Consórcio de Agências Ambientais ou à CETESB são obrigatoriamente encaminhados para análise do gestor da respectiva unidade de conservação.

Caso Prático – Estrada do Baú: Como exemplo, foi mencionado o processo de pavimentação da Estrada do Baú. Embora a intervenção não ocorra dentro dos limites do MONA, ela se localiza em sua zona de amortecimento e área de influência. Dessa forma, a anuência foi concedida mediante o cumprimento de diversas condicionantes técnicas, entre elas a implantação de passagens para fauna aérea e terrestre, a adoção de medidas de controle de velocidade para mitigação de atropelamentos de animais silvestres e a estruturação de uma brigada de incêndio para atendimento à região do bairro do Baú.

Fiscalização: Após a emissão da licença pelo órgão competente, a Fundação Florestal atua no acompanhamento e na fiscalização do cumprimento das condicionantes estabelecidas. Em situações de irregularidade ou descumprimento das exigências ambientais, o órgão gestor pode acionar o Policiamento Ambiental para adoção das medidas cabíveis. Foi citado como exemplo a prática de fracionamento de movimentação de terra com o objetivo de evitar enquadramentos e exigências previstas nos procedimentos de licenciamento ambiental.

Transparência dos Processos: Por fim, foi informado que os processos de licenciamento ambiental em tramitação ou já aprovados possuem caráter público e podem ser consultados por qualquer cidadão por meio do portal eletrônico do Consórcio de Agências Ambientais do Vale do Paraíba, mediante seleção do município de interesse.

6.  PAUTAS SOLICITADAS

O Conselheiro Ítalo solicitou em plenária a inclusão de 2 pautas para a próxima reunião do conselho, sendo elas: a) Modalidade híbrida das reuniões e b) esclarecimentos sobre as matrículas da Fundação Pedra do Baú e Receptivo Turístico.
Ainda sobre o tema Receptivo Turístico, iniciou-se o debate acerca da matéria pelos presentes. Contudo, considerando que o assunto não constava da pauta previamente disponibilizada aos participantes, tampouco havia sido formalmente solicitado para inclusão, e por não estar inserido no escopo da presente reunião, as discussões realizadas não foram objeto de registro detalhado nesta ata. Ficou consignado o pleito para realização de reunião específica, em momento oportuno, destinada à análise e deliberação do referido tema.

 

Encaminhamentos

 

O gestor Lucas reforçou a necessidade de observância dos procedimentos regimentais para inclusão de novos temas na pauta do Conselho. Ficou definido que a discussão sobre o formato das reuniões será incluída na pauta da próxima reunião ordinária para deliberação formal da plenária.

Também foi orientado que eventuais solicitações de inclusão de pauta, incluindo temas relacionados às edificações existentes na área do Receptivo, deverão ser encaminhadas previamente à presidência do Conselho por meio do e-mail institucional, para análise e tramitação conforme os procedimentos estabelecidos.

 

7.  REVITALIZAÇÃO E REABERTURA DA FACE SUL (FF)

 

A gestão apresentou proposta de revitalização e reabertura da Face Sul do Baú, com o objetivo de reduzir a pressão de uso e o fluxo concentrado de visitantes na Face Norte. O projeto prevê intervenções de baixo impacto ambiental, incluindo a execução de um desvio na rocha para implantação de novas estruturas de acesso em aço, com previsão de início a partir de junho de 2026.

Foi informado que, em razão das limitações orçamentárias do Estado para obras de maior porte, a execução das intervenções operacionais deverá ocorrer por meio de apoio direto, incluindo mutirões com equipes da unidade, brigadistas e colaboradores locais, sob coordenação institucional.

 

Debate sobre Segurança e Estudos Técnicos

 

O conselheiro Sílvio manifestou preocupação quanto à necessidade de realização prévia de estudo geotécnico por empresa especializada, citando como referência a atuação da empresa REGEA, a fim de avaliar riscos relacionados à estabilidade da rocha e garantir segurança jurídica e operacional. Foi mencionado que não houve, até o momento, laudo técnico conclusivo emitido por empresa especializada autorizando a abertura de novas rotas no local.

Em resposta, o gestor Lucas esclareceu que, no momento, não há previsão orçamentária para contratação imediata de estudo técnico externo. Informou ainda que a Face Sul tem um apelo histórico e cultural na sociedade, e dessa foram estão previstos testes de reabertura controlada para o mês de agosto, com acompanhamento da equipe gestora e a elaboração de um robusto Sistema de Gestão e Segurança da Unidade, contemplando os perigos e riscos da atividade.

Foi acrescentado que a contratação de estudo técnico especializado permanece no radar da Gestão da Fundação Florestal, podendo abranger tanto a Face Sul quanto a Face Norte, de forma integrada para monitorar as atividades, perigos e riscos e incorporar um Sistema de Gestão de Segurança robusto.

 

Cronograma

 

Os testes operacionais estão previstos para o mês de agosto de 2026. A abertura com restrições e limitações da área está programada para setembro de 2026, podendo o evento oficial de inauguração ser ajustado para o final de outubro ou novembro, em razão de adequações ao calendário institucional e ao período eleitoral.

 

8.  PROGRAMA SÃO PAULO SEM FOGO (SPSF): AÇÕES REALIZADAS (FF)

 

O gestor Lucas apresentou o panorama das ações previstas no âmbito do Programa São Paulo Sem Fogo para o período de estiagem e de consequências do evento climático Super El Niño. Foram apresentados dados meteorológicos indicando cenário de seca severa no interior e noroeste do Estado no ano de 2026. Para a região da Serra da Mantiqueira, foi classificada situação de criticidade extrema, com risco elevado de incêndios florestais, superior ao observado em 2024, associada a temperaturas acima de 30°C e ocorrência de ventos superiores a 30 km/h.

 

Fases do Cronograma

 

Fase Verde (concluída): Correspondeu às ações de organização das estruturas operacionais, revisão do Plano de Contingência (PTC) e planejamento técnico das ações preventivas.

Fase Amarela (em andamento): Envolve a execução de ações de educação ambiental, realização de treinamentos operacionais e vistorias orientativas em propriedades particulares, em conjunto com o Policiamento Ambiental. Foi destacado que as orientações poderão resultar em autuações caso sejam constatadas irregularidades ou descumprimento das normas vigentes.

Fase Vermelha (período crítico – final de agosto ao início de outubro): Prevê a ativação plena dos sistemas de alerta, intensificação das ações de combate a incêndios e reforço das atividades de fiscalização e resposta operacional.

Alerta de Encerramento Temporário: Foi informado que, em caso de agravamento das condições climáticas e aumento do risco de incêndios, a Fundação Florestal poderá determinar o fechamento temporário da unidade de conservação por motivos de segurança. Foi reforçada a orientação para que agências e proprietários de áreas lindeiras elaborem previamente seus respectivos planos de contingência e emergência.

 

9.  APOIO OPERACIONAL (FF)

 

Foi apresentada pauta independente referente às ações operacionais de campo voltadas à manutenção da ordem, segurança e ordenamento do uso público no Complexo do Baú.

 

Monitoria em Finais de Semana e Feriados

 

A gestão confirmou que a equipe de monitoria e os vigilantes da Fundação Florestal atuarão de forma intensificada durante dias úteis, finais de semana e feriados prolongados, períodos caracterizados pelo maior fluxo de visitantes na unidade de conservação.

 

 

 

Proibição de Entrada com Animais Domésticos (Pets)

 

Foi registrado aumento significativo de visitantes ingressando com animais domésticos (principalmente cães) nas trilhas, situação considerada incompatível com as normas de proteção da fauna silvestre e com os objetivos de conservação da unidade.

A gestão informou que a orientação educativa será substituída por fiscalização com aplicação de sanções administrativas, incluindo autuação imediata dos responsáveis que descumprirem a norma de proibição de entrada de animais domésticos no Complexo do Baú.

Foi informado ainda que a medida já foi alinhada junto aos conselhos municipais de Meio Ambiente (COMDEMA) e de Turismo (COMTUR). Serão reforçadas ações de comunicação, incluindo sinalização em campo e divulgação em canais oficiais.

 

INFORMES

 

O gestor Lucas apresentou o cronograma de capacitações previstas para o segundo semestre, bem como as ações de apoio operacional associadas.

 

Cursos já realizados: cursos MONA: Regras e SNUC, navegação e orientação, formação de brigadistas voluntários e primeiros socorros.

Junho: Reagendamento do curso com o Corpo de Bombeiros, anteriormente previsto para abril, alterado em razão das ações preparatórias para o período de estiagem.

Agosto: Confirmada a realização do Curso de Manejo de Trilhas, com instrutor Geraldo, da Fundação Florestal, com data já reservada.

Setembro: Previsão de aplicação prática do Sistema de Gestão de Segurança (SGS).

Outubro: Curso de manejo de animais peçonhentos.

Novembro e dezembro: Realização de reuniões técnicas e treinamentos voltados à prevenção e resgate em atividades de escalada.

 

PRÓXIMAS REUNIÕES ORDINÁRIAS DO CONSELHO

        30 de julho de 2026

        10 de setembro de 2026

        27 de novembro de 2026

 

ENCERRAMENTO

Não havendo mais assuntos a tratar, o presidente Lucas agradeceu novamente a presença de todos(as) e encerrou a reunião às onze horas e trinta minutos.

 

São Bento do Sapucaí, 22 de maio de 2026.

 

terça-feira, 21 de outubro de 2025

             ATA 5ª. 62  DE REUNIÃO  ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO

MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ – MONAPB

 BIÊNIO 2025-2027


Data: 21 de agosto de 2025 

Local: Auditório do Paço Municipal, São Bento do Sapucaí - SP Horário: Início às 9h17 e encerramento às 11h20

CONSELHEIROS PRESENTES:

PODER PÚBLICO

Setor

Representante

Fundação Florestal

Lucas José de Araújo Oliveira

Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo (PAmb)

Emmanuele Tafnes Neves

Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA)

AUSENTE

Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia

Vitor Suzuki de Carvalho

Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí

Sara Chiovetti

ICMBio

Cristhophe Saldanha Balmant

SOCIEDADE CIVIL

Setor

Representante

ONG Ambientalista

Eduardo Bracher

Setor Privado

Alberto Vazquez

Cooperativas, sindicatos, trabalhadores e

entidades de classe

Eliseu Rodrigues Frechou

Cooperativas, associações e profissionais ligados ao Ecoturismo

AUSENTE

Ensino e Pesquisa

Murilo Costa Santiago

Proprietários de imóveis

AUSENTE

COLABORADORES PRESENTES:

Inná Saldanha (monitora), Leonardo Tenório, Helena Obayashi, Luiz Aragão, Sidney Márcio, Emily Barbosa e Felipe Faccio (ASSEM).

ABERTURA

Na quinta-feira, 21 de agosto de 2025, às 9h17, no auditório do Paço Municipal, teve início a 3ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú, referente ao biênio 2025–2027.

O início dos trabalhos foi possível após a verificação do quórum mínimo necessário, com a presença de metade mais um das entidades com assento no Conselho, conforme estabelecido pelo regime interno.

O presidente, Lucas Oliveira (Fundação Florestal), deu as boas-vindas aos participantes e apresentou as pautas da reunião. Não havendo mais considerações iniciais, Lucas deu início aos trabalhos.

PAUTAS:

1.Prestação de Contas Municipal;

2.Apresentação das Ações de Gestão (FF);

3.Apresentação da Trilha Transmantiqueira - Luiz Aragão;

4.Ações do Programa São Paulo Sem Fogo;

5.Aprovação das Artes de Comunicação;

6.Apresentação dos Transectos para o Programa de Monitoramento de Impacto nas Trilhas;

7.Proposta de Mutirão de Limpeza e Manejo - Ana Chata;

8.Informes.

1.PRESTAÇÃO DE CONTAS MUNICIPAL

A servidora Sara, da secretaria do Meio Ambiente, representou o diretor do MONA, Lucas Nilo, que não pode estar presente na reunião. Sara iniciou sua fala com a apresentação dos dados do MONA Pedra do Baú, referentes ao demonstrativo do número de visitantes e à arrecadação ocorrida entre os dias 01/04 à 31/07 e 01/06 à 04/07.

Leonardo, secretário de finanças, foi chamado para apresentar um balanço financeiro, pauta que vinha sendo constantemente solicitada pelos conselheiros. Ele explicou a tabela apresentada na reunião, com a discriminação dos gastos e os respectivos valores.

O conselho demonstrou satisfação com a apresentação dos dados e sugeriu que fosse elaborado um novo balanço ao final de um ano, com o objetivo de permitir comparações e assegurar o acompanhamento contínuo da transparência e do uso dos recursos.






2.APRESENTAÇÃO DAS AÇÕES DE GESTÃO (FF)

O gestor Lucas deu início à sua fala informando ao Conselho que, no final de julho, foi iniciado, em um grupo de mensagens, um debate acerca de temas relacionado à gestão da Fundação Florestal no Monumento Natural Estadual Pedra do Baú.

Lucas ressaltou que o Conselho Consultivo é o espaço oficial e legítimo para discussões e deliberações da gestão da Unidade de Conservação. No entanto, diante da gravidade dos apontamentos feitos no grupo, incluindo acusações infundadas e direcionadas à atual gestão, considerou-se necessário trazer o tema para o espaço

adequado, a fim de esclarecer os fatos e apresentar os devidos posicionamentos de forma transparente.

Segue, na íntegra, a fala do gestor durante a reunião do Conselho Consultivo:

Afirmação 1 – O MONA não possui um Sistema de Gestão de Segurança implementado.

O MONA possui componentes de SGS implementados e um plano de consolidação em curso. A gestão traz a luz que, um Sistema de Gestão de Segurança engloba diversas frentes de atuação, desde informações que antecedem a visitação na Unidade bem como regramentos que embasem a fiscalização de ações. Também há frentes de capacitação de atores, bem como planos de atendimento a emergências.

A Fundação Florestal é comprometida com a segurança dos atrativos sob sua gestão, e, também tem uma articulação com outras instituições no âmbito estadual.

O que compõe um SGS: informações pré-visita, regras de uso e base para fiscalização; Capacitação de atores e procedimentos operacionais e Planos de atendimento a emergências e monitoramento de riscos.

Algumas entregas já realizadas: SP Ecoaventura, com quatro empresas locais capacitadas e certificadas; Sinalização de resgate em trilhas pelo Corpo de Bombeiros e Mapeamento de pontos críticos de segurança na Unidade.

Próximos passos: Consolidação do Plano de Atendimento a Emergências (PAE) da UC; Rotina de treinamentos e simulados com parceiros; Protocolos de controle de acesso e comunicação de incidentes e Novas cartilhas de informações sobre as trilhas da Unidade.

Indicadores para acompanhamento: Tempo de resposta a ocorrências; Nº de incidentes por 1.000 visitantes e Porcentagem de trecho sinalizados e revisados.

Afirmação 2 – No Bauzinho, não há controle de acesso no início da trilha, nem monitores na área superior para orientar e garantir a segurança dos visitantes

Esclarecimento: Há controle de acesso na entrada do Bauzinho, com a atuação municipal em parceria com a Fundação Florestal.

Situação atual: Controle de acesso realizado na entrada principal (guarita) e Registro de visitantes e verificação de regras básicas.

Ações em andamento: Proposta de capacitação conjunta (Prefeitura + FF) para agentes municipais atuarem também como orientadores de visitantes e a Integração de informações de segurança e conservação na recepção.

Próximos passos: Implantação de material informativo padronizado (segurança + regras de uso) e o fortalecimento da presença orientativa no ponto de acesso nos finais de semana.

Afirmação 3 – Casos de pessoas perdidas ou feridas nas trilhas são frequentes. Em minha última visita ao Bauzinho, ao procurar um equipamento de emergência, encontrei apenas o básico do básico.

Esclarecimento: Os registros demonstram que a incidência de ocorrências é mínima frente ao número total de visitantes.

Dados da temporada de 2025: Dois casos de remoção (um problema cardíaco e uma entorse de tornozelo); Quatro casos de desorientação após chuva de granizo (julho/2025); Total: seis ocorrências em 35.000 visitantes, equivalente a 0,017% do público atendido.

Com relação ao equipamento: O órgão responsável por resgates no Estado de são Paulo é o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, não sendo uma atribuição desta gestão realizar ativamente o resgate, mas sim, apoiar de maneira operacional as equipes de resgate; Cabe destacar que está sendo avaliado o cadastro de atores voluntários pelo Corpo de Bombeiros.

Afirmação 4 - Durante a semana, não há controladores nas entradas nem nas escadas.

Esclarecimento: O MONA possui particularidades de acesso e adota estratégias diferenciadas conforme o fluxo de visitantes.

Situação atual: O MONA abrange áreas públicas e privadas, com acessos múltiplos; Nos pontos de entrada, há orientações sobre riscos e conduta repassadas aos

visitantes, especialmente em dias de menor fluxo; Rede de parceiros locais apoia a recepção e a orientação.

Sobre o controle das escadas: O controle é feito por fiscalização itinerante durante a semana; Nos dias de maior visitação (feriados e finais de semana), há presença reforçada.

Próximos passos: Expansão da capacitação de parceiros e agentes locais para apoio orientativo e fiscalização cidadã; Avaliação da viabilidade de câmeras de monitoramento. Melhoria na rotina da vigilância; Registro e monitoramento de incidentes para embasar decisões.

Afirmação 5 - Na Ana Chata, também não há controle de acesso nem presença de monitor no cume, mesmo sendo um dos pontos com maior índice de incidentes e acidentes.

Esclarecimento: O MONA possui particularidades de acesso e adota estratégias diferenciadas conforme o fluxo de visitantes.

Situação atual: O MONA abrange áreas públicas e privadas, com acessos múltiplos; Nos pontos de entrada, há orientações sobre riscos e conduta repassadas aos visitantes, especialmente em dias de menor fluxo; Rede de parceiros locais apoia a recepção e a orientação.

Sobre a Ana Chata: O controle é feito por fiscalização itinerante durante a semana; Nos dias de maior visitação (feriados e finais de semana), há presença reforçada.

Próximos passos: Expansão da capacitação de parceiros e agentes locais para apoio orientativo e fiscalização cidadã; Avaliação da viabilidade de câmeras de monitoramento. Melhoria na rotina da vigilância; Registro e monitoramento de incidentes para embasar decisões.

(As afirmações 6 e 7 são tratadas conjuntamente)

Afirmação 6 - Existe uma forte movimentação para reabrir a Face Sul da via ferrata, enquanto a Face Norte e a Ana Chata estão visivelmente degradadas e necessitam de manutenção urgente.

Afirmação 7 - A reabertura da Face Sul, neste momento, parece mais uma ação para atrair mais público ao cume e às trilhas, ao invés de focar na segurança e infraestrutura já existentes.

A ação junto a Face Sul é uma área que há ANOS vem sendo pontuada pelos operadores locais como uma necessidade para o território, tanto para a segurança, como também como uma maneira de minimizar os impactos da face norte.

Quanto a Segurança, dentre as afirmações foi questionado sobre a Gestão de Segurança na Pedra do Baú, a gestão tem a visão que a Face Sul impactará de forma positiva a segurança dos visitantes, uma vez que o fluxo do acesso a pedra será ordenado.

Durante todo o trabalho realizado junto a face sul, em nenhum momento foi pontuado aumento da capacidade de carga, tema pelo qual já é pactuado em portaria normativa e está sendo revisto e tratado no âmbito do estudo de monitoramento de impacto.

Por fim, cumpre destacar que as prioridades, ações e trabalhos junto a Face Sul são elencadas junto ao conselho. Qual é o fórum legítimo.

Situação atual: Trabalhos de requalificação realizados na Face Sul com foco em segurança e mitigação de riscos; Discussão sobre prioridades ocorre no Conselho Consultivo, instância legítima para deliberação.

Próximos passos: Concluir o estudo de monitoramento de impactos para embasar decisões sobre carga de visitantes; Manter o Conselho como fórum central de definição de prioridades; Planejar ações de manutenção preventiva na Face Norte e Ana Chata, de forma integrada; As afirmações apresentadas em canais informais não correspondem à realidade da gestão do MONA Pedra do Baú; Os dados oficiais demonstram que a Unidade possui ações concretas em andamento, parcerias consolidadas e protocolos de segurança em fase de consolidação; A reabertura e manutenção de atrativos seguem critérios técnicos e deliberativos, não interesses pessoais ou imediatistas; O Conselho Consultivo é e continuará sendo o espaço legítimo para debater, alinhar prioridades e deliberar sobre a gestão da Unidade.

A gestão atua com responsabilidade, dados e diálogo institucional — e não com especulações ou acusações infundadas.

3.APRESENTAÇÃO DA TRILHA TRANSMANTIQUEIRA – LUIZ ARAGÃO

O Luiz Aragão se apresentou e iniciou sua fala apresentando o Projeto da Transmantiqueira, cujo início se deu no ano de 2017. Fez uma introdução sobre o conceito de trilhas de longo curso, explicando que essa prática já é consolidada em outros países desde a década de 1920, e no Brasil desde 1998.

Apresentou um histórico do surgimento das trilhas de longo curso no país, destacando como marco a criação, em 2013, da Trilha Transcarioca, com 180 km, considerada o carro-chefe das trilhas de longo curso no Brasil. Em 2017, foi criada a primeira trilha de longo curso acima de 500 km, a segunda a ser sistematizada dentro da Rede. Em 2018, formalizou-se a criação da Rede Brasileira de Trilhas de longo curso e conectividade de paisagens.

Em 2025, foi realizada uma expedição experimental para testar todo o traçado da Transmantiqueira, com início na cidade de São Paulo e término em Ibitipoca, em Minas Gerais, totalizando 77 dias de caminhada e 970 km percorridos.

Luiz explicou que os objetivos da Rede Brasileira de Trilhas é a criação de corredores ecológicos como ferramenta de conservação ambiental, que também promovam recreação, saúde, qualidade de vida, e contribuam para a geração de emprego e renda nas regiões.

Apresentou os símbolos da Rede Brasileira de Trilhas, utilizados em diferentes localidades, e explicou a sinalização padrão, que além de orientar o trajeto, busca promover identidade e sentimento de pertencimento, podendo ser incluído como suvenires locais. Cada trilha possui seu símbolo específico inserido dentro da pegada padrão da Rede. Esclareceu que há uma simetria nas cores de sinalização: a cor amarela indica uma direção e a preta a direção oposta.

Foram também explicadas as classificações: Trilhas Nacionais (superior a 29 dias) e Trilhas Regionais (inferior a 28 dias). A Trilha Transmantiqueira atualmente atravessa

36 unidades de conservação, 50 municípios e três estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A proposta da Transmantiqueira é conectar a Serra da Mantiqueira à Serra do Mar ou à Serra do Espinhaço.

O setor de São Bento do Sapucaí corresponde a dois dias de caminhada. O Traçado foi apresentado com detalhes pelo Luiz.

Por fim, o Luiz destacou alguns desafios enfrentados, tais como: obtenção de autorizações de proprietários para passagens das trilhas; necessidade de apoio logísticos aos sitiantes; manejo e manutenção das trilhas, com solicitação de apoio do município e a sinalização, atualmente feita por voluntários da Rede.

4.AÇÕES DO PROGRAMA SÃO PAULO SEM FOGO

Lucas iniciou a pauta com a apresentação de dados referente à realização de uma capacitação integrada envolvendo a Fundação Florestal (FF), o ICMBio e o Corpo de Bombeiros. A capacitação foi realizada no PE Campos do Jordão com atores dos municípios de Campos do Jordão, e São Bento do Sapucaí, totalizando 39 pessoas capacitadas.

Também foi realizada a formação de Brigadistas Voluntários pelo ICMBio, exclusivamente no município de São Bento do Sapucaí, contando com a participação de 36 pessoas e carga horária de 40 horas.

Lucas destacou, ainda, a realização de ações de fiscalização integrada coordenada pela Diretoria de Proteção e Fiscalização Ambiental (DPFA), Fundação Florestal e Polícia Ambiental (PAMB).

Em seguida, foram apresentados dois painéis comparativos com dados de 2024 e 2025. O primeiro painel referiu-se à concorrência de incêndios florestais nas Unidades de Conservação da Fundação Florestal, indicando a redução de 124 incêndios em 2024 para 53 em 2025. O segundo painel abordou especificamente os focos de incêndio dentro da área do MONA Pedra do Baú, que registrou dois focos em 2024 e dois focos em 2025.

Por fim, Lucas apresentou o mapa de riscos de incêndios do Estado de São Paulo.

5.APROVAÇÃO DAS ARTES DE COMUNICAÇÃO

Lucas apresentou ao Conselho uma cartilha elaborada pela equipe da Fundação Florestal - MONA Pedra do Baú, com o objetivo de sua aprovação. Também foi comunicada a elaboração de outros materiais de comunicação, incluindo cartilhas sobre animais domésticos, regras da Via Ferrata e regras gerais; Banners sobre proibição de animais domésticos e orientações sobre a Via Ferrata e Materiais de divulgação.

O conselho sugeriu alteração na cor do panfleto apresentado, bem como a inclusão de informação referentes à necessidade de agendamento prévio para acesso à Unidade de Conservação.

6.APRESENTAÇÃO DOS TRANSECTOS PARA O PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE IMPACTO NAS TRILHAS

Lucas informou ao Conselho que serão demarcados transectos em 10 trechos de 100 metros, totalizando 1 km por trilha, com o objetivo de viabilizar a avaliação do monitoramento de impacto.

Para esse fim, os setores serão sinalizados com fitas coloridas. As trilhas contempladas nessa etapa são: a Trilha do MONA; a Trilha do Restaurante até a Via Ferrata; a Trilha do Chico Bento / Ana Chata; a Trilha Deus me Livre e a Trilha Face Sul.

7.

PROPOSTA DE MUTIRÃO DE LIMPEZA E MENEJO – ANA CHATA

Lucas consultou o Conselho sobre a possibilidade de definição de uma data para a realização de um mutirão de limpeza e manejo na trilha da Ana Chata, sugerindo a segunda quinzena de outubro ou a primeira quinzena de novembro. Destacou que há algum tempo vem sendo identificada a necessidade de melhorias na trilha, que possui alta frequência de visitantes ao longo do ano.

Lucas ainda informou que entrará em contato com o ICMBio com o intuito de solicitar a realização de um curso de manejo sustentável de trilhas. Ressaltou a importância

de que essa capacitação ocorra antes do mutirão, para garantir que a intervenção seja realizada de forma técnica e adequada, alinhada às práticas de manejo sustentável.

8.INFORMES

Os informes apresentados ao Conselho foram:

    Fiscalização no território:

1 (uma) autuação de agência irregular (R$ 2.000).

2 (duas) autuações de pessoas sem equipamento na Via Ferrata (R$1.000).

    Cursos SEBRAE (Parceria FF):

“Faça do atendimento uma ótima experiência”

Data prevista: 21 ou 22 de Out/2025. Guias Cadastrados – Trade Local.

“Faça seus clientes se tornarem fã da sua empresa”

Data prevista: 25 ou 26 de Nov/2025. Guias cadastrados – Trade Local.

“Comece seu Planejamento Financeiro”

Data prevista: 27 ou 28 de Jan/2026. Guias cadastrados – Trade Local.

    Próximas reuniões do Conselho:

16/10/2025 (quinta-feira)

04/12/2025 (quinta-feira)

05/02/2025 (quinta-feira)

ENCERRAMENTO

Não havendo mais assuntos a tratar, o presidente Lucas agradeceu novamente a presença de todos(as) e encerrou a reunião às onze horas e vinte minutos.

São Bento do Sapucaí, 21 de agosto de 2025.

Lucas José de Araújo Oliveira

Presidente

Silvio Takashi Hiruma

Membro

1ª Tem. DM Emmanuelle Tafnes

Membro

Silvio Takashi Hiruma

Membro

Vitor Suzuki de Carvalho

Membro

Lucas Nilo

Membro

Cristhophe Saldanha Balmant

Membro

Eduardo Bracher

Membro

Alberto Vazquez Mayoral

Membro

Eliseu Rodrigues Frechou

Membro

Juliana de Oliveira Soncini

Membro

Murilo Costa Santiago

Membro

Ítalo Cesar Puntoni

Membro