segunda-feira, 31 de julho de 2017

ATA DA 31ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO
CONSELHO CONSULTIVO DO MONUMENTO NATURAL (MONA)
ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ

Às 9:00h do dia 02 de junho de dois mil e dezessete reuniram-se os membros do Conselho Consultivo do MoNa Pedra do Baú, no Rincão São Benedito, conforme lista de presença. Itens discutidos:
  1. Aprovação da ATA anterior:
Solicitado que se faça envio das atas antecipadamente em formato pdf, com marca d’água MINUTA para leitura dos participantes do Conselho antes da reunião, para que este processo seja mais ágil; enviar portanto, a ata de 07 de abril junto com esta, para que sejam abas aprovadas na próxima reunião.
  1. Prestação de Contas:
Saldo em conta: R$ 178.728,56
Total de saídas: R$ 29.799,03
  1. Controle de visitantes:
Apresentado gráfico de visitação carros e pessoas de janeiro a maio de 2017.
Mencionado que a contagem da cobrança não reflete o volume real de visitação; tem as entradas sem controle e visitação durante a semana também.
  1. Andamento da obra dos sanitários
Apresentada foto atual da obra e explicado que está sendo acompanhada de perto o andamento para encerramento o mais breve possível. Duas semanas para encerrar.
Sugerido que se separe a cobrança da monitoria: colocar parte da equipe a 100 metros do trevo, apenas para cobrança (deve inclusive ter sinal de celular para que possa ser colocada a máquina de cartões) se necessário deve ser comprada uma tenda para este fim e na portaria mesmo fique a monitoria, informações e outros. Esta ação deve reduzir a fila de carros. Os moradores da região (que tem entrada da sua propriedade após o ponto onde seria feita a cobrança possuem crachás de identificação para eles e para visitantes e essa informação deve ser transmitida à equipe)
  1. Renovação do Convênio SMA / Prefeitura:
Será discutido hoje, em São Paulo, às 14 horas. Cadastro anual está atrasado, temos que explicar os motivos. Também será discutida a não utilização e prestação de contas da verba recebida. Readequação do Projeto apresentado.
Solicitado que seja verificada a possibilidade de mudar o local da construção do Receptivo, da atual que consta no projeto pela área da Mónica.
Plano de manejo será feito por órgãos ambientais e não mais remunerados. Será mais rápido e mais enxuto. Metodologias serão alteradas também. Previsão ainda para 2017.
  1. Cobrança por pessoa:
Será iniciada a cobrança por pessoa, inicialmente na entrada principal e posteriormente, deve ser avaliada a implantação nas outras entradas.
Na “Chico Bento” será mais difícil a implantação enquanto que no Restaurante pode ser vista a possibilidade de convênio da Prefeitura com eles para efetuar o controle.
Considerada temporada na Pedra do Baú de junho a setembro. Sugerido que a cobrança seja feita todos os dias da semana em julho.
Reforçada a necessidade de acompanhamento da Polícia para a retirada do valor ao final do dia.
  1. Transferência de recursos para manutenção de maquinas:
Colocada a solicitação do Sr. Prefeito sobre nova ajuda do Fundo da Pedra do Baú para ajuda em conserto de equipamentos para manutenção das estradas.
Conselheiros entendem que não é viável por conta de ter sido feito anteriormente e apesar da prestação de contas feita demonstrando claramente a utilização da verba cedida, o serviço de manutenção não foi prestado. Assim sendo, se for necessário pagar pelo serviço que se faça contratação particular, com garantia de execução da contrapartida.
8.    Outros assuntos:
a)    Sobre a bomba: sugerido que seja utilizada a modelo carneiro que não tem custo de energia. Ou roda d’água. Colocar em outro ponto, pois a água está barrenta. Também pode ser feito um “filtro” com um tonel furado. Será visto na semana que vem.
b)    Conserto dos degraus: Todos os materiais foram comprados anteriormente e a contratação é apenas da mão de obra. Serviço será executado de 2ª. a 5ª. feira para que não atrapalhe a visitação e seja encerrado antes de julho.
c)    Levantada questão da lentidão do processo de compras: carro, escadas, trailer... todos parados por conta de depender da rotina interna da administração da Prefeitura. Seria ideal se o Fundo não dependesse disso para executar suas decisões.
d)    Sinal de Celular: discutidas novamente as alternativas: colocação de antena de operadora que pagaria aluguel para tanto; consenso que não é interessante, por conta principalmente de “Poluição visual” da área. Amplificador de sinal: melhor opção funciona bem e não polui. Porém, neste momento não é interessante. Colocar na licitação da lanchonete, que também utilizará equipamento para cobrança com cartão.
e)    Apresentada WalKyria Costa Ferraz Leite, Secretária de Turismo assumindo cargo após saída da Sra. Petronilha.
f)     Sugestões para pauta futura:
·         Teste de cobrança na estrada
·         Ações da FEMESP e Clube de Voo


Próxima reunião em 28 de julho de 17 no auditório da Prefeitura da Estância de São Bento do Sapucaí. 
ATA DA 30ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO
CONSELHO CONSULTIVO DO MONUMENTO NATURAL (MONA)
ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ

Às 9:30h do dia 07 de abril de dois mil e dezessete reuniram-se os membros do Conselho Consultivo do MoNa Pedra do Baú, no auditório da Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí, conforme lista de presença. Thiago iniciou a reunião, informando as ausências justificadas de: Sergio Robles e Silvério Nery (FEMESP), Ricardo Steinle Moraes (Acampamento Paiol Grande) e Oscar Boronat. Iniciada a reunião, desculpou-se em seu nome e da Billy, pela alteração da data da reunião. Seguiu-se a aprovação da ata da reunião anterior, sobre a qual foram feitos dois comentários: que se encaminhe o arquivo original em word e que seja feita a publicação no blog da Pedra do Baú.
Prestação de contas com apresentação dos valores arrecadados e as saídas da conta (pagamentos referente a obra, ISS e INSS da mesma). Informado que foi feito o pedido de compra do carro e que a previsão é que chegue em maio/junho próximo. O trabalho na Pedra do Baú vem sendo feito com carros emprestados da Prefeitura de São Bento. O carro novo será de uso exclusivo à serviço da Pedra do Baú e dirigido pelo menor número de funcionários possível. Também haverá caminhonete da Fundação Florestal, com o Thiago e este estará baseado na Prefeitura, na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, dois dias da semana.
Apresentado gráfico de visitação (carros e pessoas) e lembrado que a cobrança ainda sendo feita por carro.
Informado sobre os contratos de uso das casas de base do Clube de Voo e da FEMESP. Clube de Voo presente informou: que Voos duplos estão suspensos até que se tenha local definido para pouso, que será feita portaria de fiscalização de voo, que providenciará placa com especificações de voo; Billy lembrou que existe um processo em andamento sobre o terreno e que essa informação consta dos contratos (tanto do Clube de voo quando da FEMESP)  e que será feito o possível para encerar o processo da forma mais rápida possível.
Sobre a obra: prazo de encerramento era 21 de março, empresa pediu prorrogação, passando a ser 21 de abril. Apresentadas fotos atualizadas. Solicitado que se tome cuidado no encerramento para que seja retirado todo o entulho. A fossa e captação de água serão feitas à parte, com recurso da Pedra do Baú, será utilizada a atual (fornecida pelo Benê, recebida como desconto no encontro de contas do contrato) e a compra será de uma do mesmo tipo, maior. Futuramente verificar a possibilidade da fossa biodigestora. A bomba para água deverá ser comprada também uma vez que a atual pertence à empresa que está fazendo a obra e será retirada no encerramento da mesma. Lembrado que a capacidade precisa ser dimensionada pelo pico de visitação, temporada de inverno.
Renovado o convênio com a Fundação Florestal: vencia em 03 de abril, renovação por dois anos. Apresentada a publicação do Diário Oficial do Estado (21/03/2017) e as metas do Plano de trabalho para este período.
Sobre o valor para a implantação do centro de visitantes, foi feita adequação do projeto que veio muito fora do valor contratado originalmente. Aqui sugerido que antes de efetivamente iniciar o projeto seria bom conversar com a Sra. Monica, no intuito de trocar a área, por outra mais bem localizada para este fim. Lembrado que, se isso for efetivado, o valor recebido em convênio para a obra não poderá ser mantido. Teria que se iniciar tudo novamente. O local sugerido (trevo) tem vantagem de já ter sinal de celular, de dificultar fraudes na arrecadação e outros, porém causaria fila de carros na estrada. Billy ficou de conversar com ela.
Sobre o contrato de alimentação, informada a situação atual (vencido em dezembro e juridicamente não há como prorrogar novamente) e licitação em preparo. Sugeriram que se verificasse a possibilidade legal de colocar a lanchonete como parte de uma associação, por exemplo, de artesanato, na casa em vez de manter o trailer. E lembrar sempre de colocar em qualquer licitação / contrato a gestão de resíduos, Pedra do Baú é cartão de visitas do município, precisa ser tratado com cuidado.
Por solicitação da Sra. Petronilha, será disponibilizada a Portaria Normativa sobre eventos na Pedra do Baú. Evento “Toyota” necessita autorização da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e avisar a Polícia sobre o mesmo. Na próxima reunião será apresentado material referente a dois eventos programados pela FEMESP.
Seguiu apresentação sobre o material das metas do plano de trabalho para o período de dois anos do convênio renovado.
Durante apresentação foram feitas diversas observações e sugestões e informações novas:
a)    Em vez de contratar e pagar internet, Informado que estamos procurando as empresas de telefonia celular para instalação de antena na região da Pedra do Baú, funcionará com a mesma eficácia e receberemos locação do espaço em vez de pagar o valor;
b)    Comentado que existe negociação para trazer uma base de bombeiros para São Bento e isto ocorrendo, atenderão a Pedra do Baú, incluindo ambulância. Sugerido que se verifique a possibilidade de fazer parceria direta com a Pedra do Baú para o período do inverno. Clube de Voo se voluntariou para abrigar o bombeiro na base deles. Lembrado também que seria bom conversar com a FEMESP sobre RESMONT para o mesmo período.
c)    Que se tenha fiscais treinados nas bordas da Pedra.
d)    Identificação dos funcionários por colete.
e)    Observar segurança por conta do aumento do faturamento da arrecadação.
f)     Alerta sobre a redução da diversidade de plantas, algumas espécies de orquídeas, esse ano já não apareceram mais.
g)    Pedido ajuda das pessoas que frequentam a região para denunciar obras irregulares, facilitando a ação da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente e do Cadastro.
Thiago informou que em breve, regularização / renovação do Conselho, Resolução SMA 12 de 10 de fevereiro de 2017.
Seguiu apresentação do Roberto sobre conserto das escadas. O GT, em nov/2016 pediu troca/conserto de 200 degraus, Thiago de 7 (vistoria em dez/2016) e Roberto em nova vistoria de mar/2017 constatou 23 emergenciais na face Norte. Foi revisado o texto do Termo de Referência e o Conselho Consultivo, após votação, aprovou as simplificações no texto final (retirada de exigência de ART e de seguro de RC) que foi encaminhado à Prefeitura para aprovação e para os devidos trâmites burocráticos. Solicitado ao Roberto que faça o contato com as empresas para orçamento e o conserto será efetuado assim que possível. Informado que o material já foi comprado no ano passado, agora a contratação é só do serviço.


Próxima reunião em 02 de junho de 17 no auditório da Prefeitura da Estância de São Bento do Sapucaí. 

terça-feira, 11 de abril de 2017

ATA DA 29ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO
CONSELHO CONSULTIVO DO MONUMENTO NATURAL (MONA)
ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ

Às 10h do dia 27 de janeiro de dois mil e dezessete reuniram-se os membros do Conselho Consultivo do MoNa Pedra do Baú, no restaurante Sabor da Serra, conforme lista de presença. Thiago iniciou a reunião, informando a alteração da Gestão Municipal da Secretaria de Turismo para a de Agricultura e Meio Ambiente e a nova secretária Maria Beatriz (Billy). A gestora municipal Billy deu as boas vindas e iniciou a reunião, apresentando parte da equipe presente (Alessandra e Lisa) e seguiu com a pauta previamente apresentada.
Abrindo discussão sobre o valor recebido (R$ 900.000,00) da Secretaria do Meio Ambiente, para solucionar o receptivo, terá que ser feita correção do projeto para não perder a verba. Será feito aditivo no contrato e utilização e prestação de contas da primeira parcela.
Cobrança individual na Pedra do Baú prorrogada por 90 dias, não há estrutura para implantação e obras em andamento ainda. Levantado problema da fossa, não está no projeto. Existe uma de 600 litros (atende 10 pessoas) instalada pelo Benê. Diversas alternativas para solucionar: emergencialmente instalar outras como a do Benê, fazer fossa regular direto, ver o projeto da fossa do Restaurante do Fabio (vem pronta, só instalar, encerra em 40 dias), tem cópia do projeto com o Guilherme na Secretaria do Meio Ambiente. Importante verificar o impacto e prazo da obra.
Informado que o Conselho da Pedra do Baú não é “oficial”, depende ainda de regularização junto à Fundação Florestal. O regimento precisa ser homologado pela Fundação Florestal. Thiago explicou que até a próxima reunião prevista para o mês de março, terá algum posicionamento sobre a regularização do conselho.
Durante esse assunto recebemos a participação do Sr. Prefeito, colocando-se à disposição do grupo também, desculpou-se por não poder ficar a reunião toda por conta de agenda e retirou-se.
Discussão sobre o valor da cobrança individual na visitação da Pedra do Baú, algumas pessoas dizendo que o valor é muito alto e outras que é justo, pois a destinação do recurso é legal e comprovada. Dito também que o turista que visita não reclama do valor, mesmo já com a informação do novo valor, que o maior volume de reclamações vêm da população local, que por sua vez, não paga o ingresso. Lembrado também que comparativamente a outros parques, não está fora de padrão e após as obras de melhoria finalizadas, não devem haver mais problemas.

Sobre a suspensão da nova cobrança, houve dúvida na redação do texto e em função disto não houve cobrança no final de semana de 21 e 22 deste mês.
Novamente em relação ao valor houve questionamento se o que se recebe hoje (R$ 10,00 por carro) é insuficiente para a manutenção. Retornado que não, mas que impede as melhorias. Dúvida também se será feita demonstração da utilização da verba arrecadada, Thiago informou que após a aprovação do cronograma, em março deste ano.
Explicado que do valor arrecadado devem ser feitas ações ambientais na região, compra e manutenção de carro para os trabalhos, pagamento de equipes (inclusive as horas extras das equipes da prefeitura que trabalham nos finais de semana, que eram pagas pela Prefeitura por conta da destinação da verba arrecadada, anteriormente, ser específica para Educação Ambiental) e que existe autonomia para uso dos recursos por conta de termos o conselho e arrecadação. Os valores pagos pelos turistas devem pagar as melhorias e, finalmente, que o novo valor foi decidido e aprovado em assembleia do conselho em setembro passado, não cabendo mais discussão sobre o assunto.
Apresentado quadro atualizado de valores arrecadados e movimentações da conta, incluindo rendimento de aplicação financeira.
Apresentado quadro atualizado de visitação.
Dito que é esperado poder fazer a cobrança individualizada até o carnaval.
Placas danificadas devem ser substituídas; aguarda novo logo da Prefeitura.
Sugerido cadastrar guias na base da Pedra, evitando assim pessoas de fora e despreparadas, que resultam em pessoas perdidas e sem orientação. Regulamentar e conscientizar as Agências de Turismo. Efetuar esse trabalho com a participação de grupos, evitando que a regulamentação seja feita fora da realidade.
Sobre a obra, faltou uma faixa de aproximadamente 300 metros até a descida do estacionamento, verificar a possibilidade de aditamento.
 O Transfer será definido mais adiante, a licitação está muito complexa, empresas não tem como atender as exigências.
Importante ver possibilidade de instalar internet, para diversos fins, incluindo a possibilidade de recebimento através de cartões tanto do ingresso quanto da lanchonete. Existe previsão de pontos em zona rural em fevereiro deste ano no plano de ação.
Sugerido que se tenha monitor bilíngue, com conhecimento da região, na alta temporada.
Alertado que o formato de cobrança tem que prever falta de energia elétrica, não pode ser apenas informatizado.
Solicitado que seja direcionada uma pessoa direcionada apenas ao MONA. Teria que ser criado o cargo.
Deveríamos poder planejar em vez de estar sempre “apagando incêndios”.
Ver placa de interdição da ala sul.
Sobre o Edital de manutenção da face norte, não houve interesse de empresas em fornecer os orçamentos, devido a quantidade de degraus a serem trocados. Fazer nova avaliação e incluir a face norte. Não usar o mesmo Edital. Necessita também de estudo de mecânica da rocha.
Plano de Manejo: Esta sendo elaborado um novo roteiro metodológico, mas a previsão continua para 2017.
Ata da reunião anterior ficou aprovada por todos, sem alterações.
Atualização do Blog é feita pela Jane e mantida atualizada para que a população possa acompanhar os acontecimentos, importante colocar as informações no site da Prefeitura também.

Próxima reunião em 31 de março de 17 em local a ser definido. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

ATA DA 28ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO DO MONUMENTO NATURAL (MONA) ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ

Às 10h do dia 25 de novembro de dois mil e dezesseis reuniram-se os membros do Conselho Consultivo do MoNa Pedra do Baú, no restaurante Sabor da Serra, conforme lista de presença. A gestora municipal Marcia deu as boas vindas e iniciou a reunião, em conformidade com a pauta previamente apresentada. Lembrou a todos ser esta a última reunião do ano e solicitou que apresentassem, se houvesse, alterações na ata da reunião anterior. Esta ficou aprovada por todos, sem alterações. Prosseguiu com a prestação de contas: justificando o valor atual em conta até 18.11 (R$ 186.386,73)) e o que está previsto para a obra que já teve início na semana corrente – R$ 108.184,90 (construção de guarita, pavimentação desta área e sanitários). Apresentou em um quadro as entradas e saídas, conforme explanação. Na sequência, apresentou o registro de pessoas e de veículos no trimestre de setembro até vinte de novembro (7317 pessoas e 2764 veículos). Ítalo e Nelsinho mencionaram que estarão acompanhando a obra da guarita e questionaram sobre a alimentação da equipe responsável pela obra. Marcia informou que será Benedito “Benê” quem servirá, diante dos trâmites legais e informou ainda que a empresa é de Taubaté, está com espaço cedido pela prefeitura para abrigo dos funcionários e de alguns materiais e ferramentas (casas do MoNa). Sobre as melhorias na estrada, já foi conversado com o Diretor de Obras, Janilo, o qual não pode deixar de fazer manutenção em alguns outros pontos críticos no município que são prioridade no momento, mas que após estes locais mais urgentes deslocará sua equipe para a estrada da Pedra. Benê questionou sobre a colocação de cascalho na estrada e Marcia informou que tendo dotação orçamentária, pode ser feita a compra do material necessário; há necessidade de confirmação. Marcia comunicou também que os banners para informação sobre a nova forma de cobrança em 2017, da taxa por pessoa, já estão prontos para serem afixados na portaria do MoNa; novos tickets também deverão ser confeccionados para o próximo ano. Sobre a limpeza da trilha do Bauzinho, a equipe constituída para este trabalho já está se organizando para uma data propícia quando será feita limpeza e melhoria dos acessos. Informou também que as placas de sinalização desta área, que foi feita a partir da gestão anterior e com recurso do DADE, sem que o governo fizesse ainda a vistoria e já tendo sido vandalizadas, deverão voltar a ser instaladas; o setor de compras está orçando a confecção das peças. Aproveitando o momento, Marcia informou que, para dar a todos um posicionamento sobre a gestão municipal por já estar finalizando o mandato atual, apresentou a senhora Petronilha, presente na reunião, que assumirá como a próxima secretária de turismo. O próximo governo definirá se a gestão do MoNa continuará atrelada à Secretaria de Turismo ou se voltará para a Secretaria de Meio Ambiente. Lembrou ainda que a previsão orçamentária para o MoNa que já foi feita para o ano de 2017 está atrelada ao Turismo, havendo a necessidade de alteração, se for o caso. Ricardo apresentou uma dúvida quanto à melhor data para se fazer a próxima reunião. Thiago alegou que deve-se seguir o calendário bimestral, sendo assim a próxima reunião será em janeiro de 2017. Marcia complementou que até lá a senhora Petronilha deverá ter uma resposta sobre quem assumirá a gestão do MoNa. Ricardo lembrou que é importante saber quem será o próximo gestor, para dar continuidade às ações que já estão em curso e auxiliar na transição. Ítalo sugeriu que a gestão municipal traga uma pessoa para atender e cuidar com exclusividade do MoNa e que, de preferência, seja um técnico, que se reporte ao Secretário onde a Unidade de Conservação estiver lotada. Mônica Filipini (convidada – membro do GT Ferrata) levantou uma dúvida sobre o estatuto do MoNa: se permite que o gestor seja destituído de uma secretaria, por se tratar de uma função ao invés de um cargo. Ítalo esclareceu que existe apenas um estatuto do Conselho Consultivo, não existindo um do MoNa. Explanou sobre o funcionamento, indicação dos gestores pela Fundação Florestal e pela Prefeitura, e que não há impedimento para que o prefeito crie pelo volume e importância da função e para não sobrecarregar pelo acúmulo de trabalho. Thiago mencionou já ter iniciado o processo de renovação do convênio entre Fundação Florestal e Prefeitura, o que está previsto para o mês de abril de 2017, e a prefeitura precisa indicar um gestor. Aproveitou para falar também sobre o Receptivo, que a Secretaria de Meio Ambiente do Estado pediu o processo de volta por conta do atraso na execução da obra. Marcia complementou que o projeto executivo foi autorizado pelo DADE e tinha recurso do Meio Ambiente previsto também. A empresa licitada demorou para entregar o projeto executivo, sendo necessária agora a revisão deste projeto para que esteja dentro do orçamento dos R$900 mil. O recurso não foi perdido, a primeira parcela que foi depositada na conta da prefeitura permanece e o valor correspondente aos dois repasses subsequentes está na Fundação Florestal – Secretaria de Estado do Meio Ambiente. O repasse da segunda parcela ainda não foi feito por não ter ainda a prestação de contas da primeira parcela. A empresa tem o prazo de 10 de dezembro para entregar o projeto revisto para o Secretário de Obras. A partir de então os encaminhamentos para execução serão feitos. Júlio solicitou informações sobre o direito de propriedade da Prefeitura na área da antiga Fundação Pedra do Baú, e Marcia informou que, segundo informações da Sra Procuradora – Dra Roberta, a prefeitura está providenciando a Retificação da Área para que possa passar do direito de posse para o direito de propriedade. Sobre as escadas, Marcia explicou que, desde que houve a queda dos blocos de pedra que as danificou, o local precisou ficar interditado. Fez uma retrospectiva de tudo o que foi feito, das instituições que foram acionadas, dos vários passos que levaram à manutenção desta interdição, explicou ainda sobre as dificuldades que ela e o Thiago atravessam como gestores e que os levaram a apresentar a decisão que consta no e-mail encaminhado ao grupo de conselheiros e também do GT- Ferrata. Elogiou muito o trabalho apresentado pela equipe do GT – Ferrata, fazendo uma menção especial à apresentação técnica de Mônica Filippini e lamentou uma discussão e algumas críticas feitas no grupo do whatzApp – GT-Ferrata, onde foram feitos comentários que desconhecem o fundamento das decisões tomadas pelos Gestores da Unidade. Informa que o e-mail enviado traz a preocupação dos gestores em realizar a melhoria das escadas danificadas considerando que, mesmo havendo placa de interdição, as pessoas permanecem subindo e correndo riscos. Ressalta que as instituições contactadas fizeram seus pareceres, mas que a gestão não tem recursos financeiros para realizar os estudos solicitados. Com isto, o problema permanece e a responsabilidade recai sobre os gestores. Pontua que o MoNa tem recursos para fazer estas melhorias necessárias e mais urgentes: o material será adquirido, um funcionário da prefeitura apoiará no preparo das ferragens e uma empresa será contratada para os serviço. Porém, deixou exposto para que o Conselho decida o que de fato será feito, lembrando que os gestores ficam de “mãos atadas” diante deste dilema, somado à preocupação pelo que aconteceu em Canindé – CE, o incidente que resultou na morte do ator Montagner e o secretário de turismo local será indiciado pela morte do ator por não ter sinalizado o local. A preocupação em relação ao Baú é maior, uma vez que a prefeitura interditou o acesso e mesmo assim as pessoas não respeitam. Ricardo questionou aos presentes se o interesse do Conselho é acabar ou não com a interdição das escadas da face sul. Sua opinião é de que a interdição deve ser mantida, mas que deve-se verificar a situação da face norte devido à temporada de verão; finalizou sua fala questionando a gestora se há dinheiro para os reparos e se é possível fazer o desvio da face sul sem parecer do IG. Marcia aproveitou o momento para passar a palavra ao Sílvio, do IG – Instituto Geológico, que fez esclarecimentos sobre a questão da Pedra. Ressaltou que ocorreu um desconforto institucional sobre a menção no e-mail da gestão onde indicava que a instituição fez uma avaliação da situação a partir somente de fotos, uma vez que o parecer emitido utilizou embasamento técnico pautado em estudos geológicos da área feitos em outras ocasiões. O parecer teve fundamentação científica e indicou a necessidade de estudo mais aprofundado a partir da contratação de uma empresa capacitada na área de engenharia/geotecnia. No momento, conforme relatado pela Defesa Civil, o IPT não possui pessoal técnico para trabalhos como este. Há necessidade de um envolvimento maior neste momento de forma a resolvermos a questão de forma definitiva. Roberto, da FEMESP – Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo foi à frente falar do objetivo do trabalho do GT – Ferrata e explicou que, além da queda de blocos ainda há uma falta de estrutura que traz riscos objetivos e subjetivos, comentou sobre a saída de campo que resultou no relatório apresentado e que o grupo era composto, além de montanhistas e monitores, pela Defesa Civil Municipal e representante da Fundação Florestal, no caso, o gestor Thiago. A ideia de mudança de traçado sai da área de vegetação e da linha de queda de pedra. Foram considerados ainda o fluxo de pessoas e de água na área. Houve ideias para a compensação ambiental, sempre com o objetivo de gerenciar e mapear os riscos. Finalizou dizendo que espera que o trabalho feito pelo GT seja considerado para a decisão a ser tomada. Marcia mais uma vez elogiou o trabalho do GT e chamou Mônica Filipini à frente para explicar um pouco mais. Antes, Ricardo questionou com Marcia se há condições financeiras para a mudança no traçado da via. Marcia respondeu que sim. Mônica explicou que quando as escadas foram construídas, foram aproveitados os recursos que a própria Pedra oferecia, há um “teto” rochoso, a escada está apoiada em vegetação, resta um platô que ainda não caiu de 3m de extensão e 15cm de profundidade. A partir do conhecimento sobre montanhismo que se tem hoje e com os estudos já feitos sobre a área, mudando o lance crítico para a área indicada já tira as pessoas da área de risco. Informou que os descendentes dos primeiros escaladores apoiam a ideia e foram consultados por uma questão de ética. Ela também defendeu que, para preservar as escadas onde estão o aporte financeiro seria maior pela necessidade de contenção da queda de blocos. Finalizou dizendo estar confiante de que esta é a melhor opção, pautada em estudos e o trabalho da área feito será registrado no Conselho de Biologia, pois há espécies que estão sendo identificadas. Além disso, os estudos sobre a área continuam para apoiar o Plano de Manejo. Se o Conselho aprovar a preservação do traçado inicial, ela se posiciona contra. Sílvio retoma a palavra e reafirma que não há respaldo técnico para a transferência das escadas por faltar o laudo sobre a estabilidade da rocha, e que qualquer intervenção antrópica precisa ser avaliada. A área é muito complexa e exige estudos para evitar problemas futuros, garantindo a segurança e tendo o foco no plano de manejo. Nelsinho mencionou ser perfeita a fundamentação de Sílvio, pois é necessário nos eximir de todo e qualquer risco, disse ainda que todos explicaram suas fundamentações com clareza. Marcia se desculpou com Sílvio caso tenha havido excessos no e-mail enviado por ela e pelo Thiago, que foi resultado da aflição que eles sofrem como gestores diante da complexidade do problema e necessidade de um apoio maior e mais efetivos de todas as instituições envolvidas. A sugestão é apresentar os relatórios do GT à diretoria da Fundação Florestal e buscar um posicionamento sempre pautado nas sugestões feitas pelo IG, já que não há possibilidades de alteração deste documento sem o atendimento das solicitações. Informou que na quarta-feira (30.11) haverá reunião do gestor pela Fundação Florestal com a Diretoria da Instituição. A sugestão é que sejam apresentados os relatórios do GT nesta reunião para posteriormente serem apresentados ao IG. Ricardo e Roberto sugerem afixar a placa de interdição na Face Sul novamente (as placas foram vandalizadas e retiradas), retirar a escada danificada para que se efetue uma interdição física e que esta escada seja doada para o futuro museu da Pedra. Os conselheiros presentes validaram esta decisão. Thiago reforçou que fica definida a interdição física do local, emplacamento e encaminhamento do estudo geológico. Nelsinho sugeriu que seja incentivada a trilha para a Ana Chata neste momento com o intuito de dividir o fluxo. Marcia complementou que será necessário fazer licitação para o estudo geológico, pois ela já consultou e as empresas cobram na base de R$60 mil para este estudo. Ricardo e Mônica complementaram que com o dinheiro que seria feito o conserto da face sul, será feito o reparo da face norte em sua totalidade, pois ela está sobrecarregada pela interdição da face sul. Os conselheiros presentes validaram esta decisão. Julio sugeriu trocar os degraus de ferro por aço inoxidável, o Conselho validou que seja orçado aço e ferro, para comparar os valores e verificar as possibilidades. Ricardo agradeceu à Marcia o trabalho feito em sua gestão e desejou sucesso em seus novos caminhos, todo o Conselho aplaudiu. Marcia agradeceu a todos o apoio neste período e desejou boa sorte à próxima gestão. Thiago lembrou a todos que a próxima reunião do Conselho será no dia 27 de janeiro, no restaurante Sabor da Serra às 9h30. 

ATA DA 27ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO DO MONUMENTO NATURAL (MONA) ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ

Às 10h do dia 30 de setembro de dois mil e dezesseis reuniram-se os membros do Conselho Consultivo do MoNa Pedra do Baú, no restaurante Sabor da Serra, conforme lista de presença. A gestora municipal Marcia abriu a reunião, dando as boas vindas a todos e passou a palavra ao gestor da Fundação Florestal, Thiago, que também cumprimentou a todos e fez, inicialmente, duas considerações sobre a ata da reunião do mês de julho, já esclarecendo que: o “formulário” indicado a ser preenchido para quem for praticar voo livre deve ser um “termo de responsabilidade” e que sobre a via ferrata, não é necessário deixar tudo parado aguardando o Plano de Manejo, uma vez que oferece certo grau de risco aos visitantes. Marcia deu sequência apresentando o quadro com a prestação de contas da arrecadação até o momento, discriminando o que está previsto para o projeto de guarita, sanitários e calçamento no seu entorno - R$108.184,90. A contratação será através de processo licitatório. Marcia ainda solicitou aos conselheiros que acompanhem o processo. Informou que o engenheiro respondeu por e-mail aos questionamentos dos conselheiros sobre captação de água e, caso alguém ainda tenha dúvidas ou queira indicar empresas para entrarem na licitação, podem verificar o link “licitações” no site da Prefeitura. Marcia apresentou também o valor destinado à roçada realizada – R$ 6.103,89. Na sequência, Marcia apresentou os números da visitação nos meses de julho, agosto e setembro (nº de pessoas: 16.827 e nº de veículos: 5.845). Rodrigo lembrou que o número seria ainda muito maior, se levasse em conta o acesso pelo restaurante Pedra do Baú, e Marcia complementou que se deve somar ainda o acesso pelo “Chico Bento”, mas que a prefeitura precisa dar conta, num primeiro momento, do primeiro acesso (portaria), para em seguida cuidar das demais entradas. Benedito “Benê” complementou que o acesso à face sul fechado gerou aumento do fluxo pela face norte e, consequentemente, mais pessoas subindo apenas pelo restaurante. Lidiane informou que recebeu informação sobre quinze pessoas acampando sobre a Pedra, Thiago explicou que ele foi comunicado sobre o ocorrido e tomou as providências cabíveis, mas que é difícil controlar. Informou ainda que se coloca à disposição para qualquer eventualidade a qualquer momento. De informações gerais, Marcia falou sobre a indicação para a melhoria nos pontos críticos da estrada, cuja solicitação já foi feita ao Departamento de Engenharia e também de Compras para aquisição do material necessário, o qual já tem o seu descritivo pronto. Sobre o Termo de Permissão de Uso, Marcia informou que, para 2017, não haverá necessidade para os sanitários, uma vez que já deverão ter sido construídos os de alvenaria e, no caso da lanchonete e marmitex, uma nova licitação deverá ser feita, mas ao invés de prazo para apenas seis meses, deverá ser expandido para mais tempo com o objetivo de compensar tanto o investimento da empresa interessada quanto da própria Gestão do MoNa, facilitando a construção e acompanhamento de cronograma de trabalho. Para a empresa que está atualmente houve renovação do contrato para até o final do ano. Para ajustar alguns detalhes, o setor jurídico optou por aguardar as eleições e, durante o período de transição, decidir com o prefeito eleito como serão as contratações para o ano de 2017. Sobre a Lei da Taxa Ambiental, Marcia relembrou que na alteração da Lei foi incluído um artigo que trata da participação do Conselho quando da utilização dos recursos. Informou ainda que na alteração, a Câmara entendeu que é uma nova taxa e, seguindo o princípio da anuidade, passa a ser aplicada a partir de janeiro de 2017. Ressaltou que será necessária a colocação de um banner na entrada informando sobre a nova taxa por pessoa antes do início da cobrança, como forma de conscientização. Sobre os banners informativos, Thiago informou que já estão prontos, com informações e histórico e alguns já colocados. Sobre as escadas das faces norte e sul, ainda não há uma definição final para o serviço a ser executado. Sobre o Conselho Consultivo, ainda aguardando orientações da Fundação Florestal para atualização. Sr. Oscar manifestou descontentamento com esta questão que vem se arrastando há tempos. Já houve a passagem de três diferentes gestores pela Fundação e a situação continua a mesma. Lidiane comentou sobre o transfer para os visitantes que não querem ou não podem subir a pé do estacionamento até o Bauzinho. Marcia informou que esta contratação só será feita após serem implementadas algumas estruturas necessárias ao ambiente. Não é adequado aumentar custos para o visitante sem oferecer-lhe o mínimo de estrutura. Thiago comentou sobre as medidas de segurança no Bauzinho, como guarda corpo e placas de advertência devido ao perigo. Deixou aberto para sugestões. Benê comentou sobre o fato de visitantes arremessarem pedras para baixo, o que pode prejudicar os demais que também frequentam o ambiente, sejam eles escaladores ou não. Sérgio (Femesp) comentou sobre agirmos de forma a conscientizar os visitantes, considerando que não há possibilidade de permanecermos instalando milhares de placas. São necessárias informações de impacto para quem frequenta o local. Benê comentou sobre a importância de haver mais um guarda para dar informações e cumprir com sua função, no espaço entre o Bauzinho e o estacionamento, aos sábados, domingos e feriados, pois apenas um vigilante não consegue ver tudo o que acontece em uma área tão grande. Sugeriu ainda a aquisição de um rádio para facilitar a comunicação com a equipe. Thiago esclareceu que neste momento não será possível, mas alterações estão previstas para 2017. Em seguida, a Femesp apresentou o Roberto como responsável por uma Proposta de Intervenção de Segurança para as escadas: Roberto fez uma explanação sobre a proposta, falou da diferença entre as escadinhas do Baú e o padrão internacional de via ferrata, sobre a diferença entre turismo de aventura e a “aventura” que contém riscos subjetivos e objetivos, sobre a importância do gerenciamento dos riscos, a verificação do impacto ambiental e transmissão de informações com o intuito de oferecer um turismo com qualidade e segurança. Sobre as escadas em especial, falou da importância do histórico, situação na atualidade, visão para o futuro. Finalizou com recomendações para o mapeamento de riscos como referência base para a sua gestão. Lidiane perguntou se há um orçamento, Roberto explicou que vai depender do que se quer. Sr. Oscar sugeriu que se crie um planejamento estratégico, mencionou que a explicação foi bastante esclarecedora, mas que é necessário também pensar na evolução do processo, pensando inicialmente nos turistas para depois ir progredindo. Thiago pontuou que já tem havido conversas neste sentido entre a gestão da Unidade e o Sr. Roberto como técnico e frequentador do local. Neste momento, Thiago sugeriu a criação de um grupo de trabalho específico para as escadas das faces sul e norte da Pedra, o qual traz como objetivo principal a apresentação de uma proposta de reformulação destas escadas nos moldes mais adequados de segurança e de preservação do maciço rochoso, assim como as possíveis regulamentações para sua utilização. Esta proposta será apresentada ao Conselho e Gestão para análise e discussões e, em seguida, fechamento de uma proposta final. Com o aval dos conselheiros presentes, abriu-se uma lista de interessados a fazer parte deste processo, já ficando estabelecida uma data para o primeiro encontro do grupo com a coordenação da Gestão da UC. Sobre o projeto executivo do Centro Receptivo, Thiago falou que a empresa contratada para a construção do projeto executivo está finalizando o cronograma financeiro. Somente após o término deste documento é que será possível tratarmos do processo licitatório. Sem mais assuntos a serem tratados neste dia, Thiago agradeceu a presença de todos e deu por encerrada a reunião às 12h15, lembrando que o último encontro do ano deverá acontecer no dia 25/11, no mesmo local e horário. 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

ATA DA 26ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAÚ

Aos vinte e nove dias do mês de julho de dois mil e dezesseis às nove horas e trinta minutos no Restaurante Sabor da Serra iniciou a 26ª Reunião Ordinária do MoNa Pedra do Baú. Srta. Márcia abriu a reunião apresentando a pauta que foi iniciada pelo Sr. Janilo do Depto de Obras e Sec de Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de SBS. Ele entregou documento referente à prestação de contas do recurso disponibilizado pelo MONA à Prefeitura Municipal; explicou o documento, com o que está sendo utilizado ainda com saldo neste momento de aproximadamente, R$6.000,00. Reforçou a importância do recurso. Respondeu questionamento sobre valor de pneu novo e recondiciondo.Dando continuidade à pauta, Sr. Oscar falou que as atas devem refletir as ações e decisões específicas do conselho e que a fala do Sr. Ildefonso não precisava constar na integra; apenas considerações gerais sobre a presença dele. Sugere que registre apenas presença e que detalhes estejam em arquivo anexo. Alguns concordaram e outros não. A ata anterior foi aprovada com essas ressalvas e será enviada com essas alterações aprovadas pela maioria. Houve considerações quanto a este assunto por Sr.Júlio e outros; e foi falado que seriam coisas extras. Por consenso aprovou-se registro pontual de algum assunto extra. Srta Marcia reenviará a ata da 25ª Reunião com o texto alterado para validação dos conselheiros.Seguindo, Srta. Márcia relembrou que na última reunião foi dito que a cobrança da entrada no MoNa seria diária, no mês de julho, mas não foi possível até o dia 18 em razão de vários problemas com recursos humanos e transporte. Foi realizada a manutenção de uma viatura municipal que ficou à disposição à partir do dia 19, quando iniciou-se a cobrança durante a semana. Ressaltou que a equipe de monitores ainda é pequena, portanto só tem sido feito o registro de veículos e pessoas, e não mais a estatística que era feita anteriormente quando havia a presença de monitores contratados. Apresentou gráficos referentes a veículos e visitantes assim como as datas e visitação em maio, junho e julho. Disse que reclamações estão reduzindo a cada dia; há uma consciência maior por parte das pessoas que frequentam o local.Quanto às casas, a Base Operacional disponibilizada pela equipe de Vigilância foi limpa e já está sendo utilizada. Que foi feita a limpeza de placas e bancos; que ela mesma acompanhou e auxiliou na limpeza, organização geral, retirada de inservíveis e entulhos.Com relação aos crachás da equipe em operação no local, estes foram preparados pelo conselheiro Sr. Ítalo e estão sendo utilizados como forma de identificação padronizada.O Sr. Roberto – escalador e geólogo, comentou que esteve lá, com documento e que não foi aceito em razão da placa do veículo ser de fora. Srta. Márcia explicou que assim consta em lei da Taxa de Preservação e Conservação Ambiental, ou seja, só serão liberados do pagamento os veículos com placa de São Bento do Sapucai.Sr. Thiago ressaltou que existe termo de responsabilidade para os voadores e acompanhantes assinarem. Este documento fica em mãos dos vigilantes e da equipe da cobrança da TPCA. Informou ainda que, Fundação Florestal, Prefeitura Clube Pedra do Baú de Voo Livre estão construindo minuta de conduta para a atividade. O Sr. Wagner, presidente deste Clube informou que não paralizou atividades, em razão do MoNa e Conselho, e que estão participando da confecção do documento, que estão voltando e trazendo esportistas; que as atividades paralisadas atrapalham a questão do esporte. Sr. Italo, que participou das questões de Atibaia, ressaltou que o MoNa nesse momento está a frente da questão organização. Que a associação do clube com o MoNa melhora em tudo. Que lá trabalham juntos, mas cada um na sua esfera; como exemplo citou o 2 acesso, normas, condutas e o clube na questão da prática esportiva. Ressaltou que em Atibaia o pessoal do clube também ajuda a tomar conta local reportando atos indevidos, pessoas suspeitas e condutas inadequadas. Sr. Wagner ressaltou que o MoNa está perdendo seus usuários esportistas para outros municípios, como Paraisópolis, Brasópolis onde também há rampas para o esporte e que estão se adequando rapidamente, construindo infraestrutura de apoio, como exemplo, lojas de produtos afins, melhorando estrada, entre outros. Disse que não há notícias de campeonatos nacionais de voo para a Pedra do Baú; que a prática de voo com paraglider virou febre no momento e que oportunidades podem estar sendo desperdiçadas. Sr. Thiago explicou sobre a necessidade da carteirinha e da organização que já há no local e que impediu um esportista de voar.O presidente do clube – Sr. Wagner, explicou que já fez contato com esse esportista alertando-o sobre o respeito às regras. Sr. Thiago pontuou que na minuta da portaria já há algumas normas e que vários outros assuntos estarão normatizados, como o uso do carro levar o equipamento, por exemplo.Com relação à brigada de incêndio, estão trabalhando para formar equipe e consultando experiências. Já há uma equipe e normas, mas que vão ser alterados e ficarão no receptivo. Banners também serão disponibilizados. Srta. Marcia falou sobre os recursos do MoNa advindos das taxas recolhidas, ressaltando que os valores estão sendo arrecadados e mantidos em conta do Fundo Municipal da Pedra do Baú até que seja possível operacionalizar as ações previstas. A dificuldade maior está sendo em reorganizar a dotação orçamentária a ser utilizada e realizar as licitações necessárias. Foi pontuada também a importância de Gestão e Conselho construirem o planejamento para o próximo ano, com o intuito de evitar estas dificuldades.A proposta para este momento é a construção de guarita, sanitários e melhoria em alguns pontos críticos da estrada.Quanto à Guarita houve doação do projeto pela arquiteta Srta. Marília Carlini. Para os sanitários o projeto foi construido pelo setor de Engenharia da Prefeitura. Os cálculos para ambas as obras estão sendo feitos por este mesmo setor. Ainda na questão dos recursos arrecadados, Sr. Fernando disse que não basta ter o dinheiro, que precisa da dotação para empenhar as despesas. Que vai ter de haver alterações na lei, via Câmara de Vereadores, para a questão dotação. Perguntado pelo Sr. Ricardo como foi a forma da transferência do recurso de 45.000,00, a Srta. Marcia explicou que a Procuradoria da Prefeitura justificou em caráter precário a transferência para a questão da manutenção. Fernando também explicou esse repasse. Srs. Júlio e Oscar falaram a respeito da forma como passou anteriormente o recurso para a Prefeitura. Srta. Márcia explicou que foi criado um Comitê dentro do conselho para contato direto com o Sr. Prefeito para decisões mais urgentes, o que evita ter que esperar 2 meses para a próxima reunião do MONA. Sr. Oscar falou da importância da Sra. Roberta Procuradora estar resente para contribuir nas decisões e esclarecimentos para o MoNa, ao mesmo tempo em que traz o respaldo legal. Srta. Marcia justificou que a Sra. Roberta permanece acompanhando todas as reuniões e ações e que, provavelmente, não esteve presente neste encontro por conta de agenda já comprometida.Retomando o assunto da guarita houve questionamento sobre sua construção, e Srta. Márcia explicou que o plano é contratar uma empresa para a construção de forma a não usar mão de obra da prefeitura. Que a licitação deve estar pronta em breve. Que quanto ao receptivo, também deverá estar pronto em breve e licitado com recurso da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.Sr. Oscar ressaltou que deve constar nessa ata, questionamento junto à prefeitura referente a uma maior agilidade na obra do receptivo, da guarita e dos sanitários. Sr. Fernando esclareceu que no ano anterior foi repetida a dotação orçamentária para 2015-2016, e que é importante 3 preparar esses assuntos para 2017. Que devem já pensar para os próximos anos de forma a facilitar o gastos e uso dos recursos. Srta. Marcia disse que a dotação e recursos estão indo para a Sec de Meio Ambiente e que ela enquanto Gestora está na Secretaria de Turismo necessitando negociar com a outra secretaria a transferência do recurso. Srta. Lidiane falou da necessidade de educação, como será feita de forma a evitar uso indevido, como exemplo sanitários, resíduos e outras coisas. Srta. Marcia falou que isso está em curso e que a monitoria está sendo planejada e que não é simples, que a estrutura necessária é grande. Que necessita de tempo, recurso, pessoal, informação, placas e outros. Sr. Thiago comentou que, apesar da conduta educativa já existente, acontece a ação da vândalos, e que monitoramento é muito necessário. Falando sobre o problema da escada interditada (Face Sul), Instituto Geológico fez parecer e recomendou que a interdicação seja mantida até que uma empresa especializada seja contratada. Gestores Marcia e Thiago deixaram claro que estão tentando o apoio da Defesa Civil Estadual através do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, mas que até o momento nenhum retorno efetivo foi conseguido.Alguns escaladores presentes explicaram que verificam isso como dano natural e que no Rio, foi feito grampeamento de pedras, fixação de cabos. Que aqui o ponto positivo é que não há residências muito próximas.Sr. Oscar falou das casas que não estão muito perto, mas que existe possibilidades de acidentes por conta do fluxo de pessoas passando pelas trilhas.O arquiteto e escalador Sr. Willian falou que é um risco controlado, inerente ao esporte. Que nos últimos anos houve desplacamento, porém sem conseguências graves. Sr. Oscar ressaltou que mesmo assim, podem e devem pensar nisto para não ser alvo de surpresas. Srta. Marcia falou que uma coisa é o conhecimento dos escaladores e outra é a dos turistas, sem experiência; que avisos são importantes. Sr. Wiliam falou do interação homem x natureza. Sr. Sergio, que em relação aos escaladores, é aceito o risco, que eles estudam e estão treinados, que ele aceita o risco, entende sua atividade. Que outra coisa é o turista que nem sabe do risco; que se pode ter a conduta de limitar áreas de risco e não próprias para turistas, “avisar e/ou proibir” determinadas áreas. Ex. termo de conhecimento de risco assinado. Sr. Thiago disse que o termo ainda não isenta os Gestores da responsabilidade. Sr. Sérgio lembrou que por volta de 2012 houve um grande desprendimento, que a maioria não se lembra, porque foi em local de acesso difícil. Falou da importância da enfase na educação. Srta. Lidiane perguntou sobre a análise do Instituto Geológico e o Sr. Silvio disse que concluiu sobre a necessidade uma empresa que possa analisar o ocorrido e propor as ações a serem executadas. Sr. Oscar falou sobre o valor deste diagnóstico e Srta. Márcia disse que a princípio gira em torno de 60.000,00. Sr. Silvio ressaltou a necessidade de empresa para vir fazer esse plano de segurança. Sr. Ítalo. falou dos riscos inerentes á área, atividade; que entende que, no caso do voo livre, onde for pista a responsabilidade é do gestor, assim como em áreas de esqui, onde somente a pista é de responsabilidade da entidade. Que por ex, descargas elétricas são de maior risco, assim como animais peçonhentos, entre outros. Sr. Thiago falou da necessidade do plano de manejo, ressaltando que a normatização da via ferrata, devido ao seu grau de risco, não precisa aguardar a construção deste documento. Italo reforçou que a escada é risco principal, que o não acesso neste momento acaba ajudando na proteção e que entende que além da manutenção dela, monitores, equipamentos, normas de uso, entre outros, são igualmente importantes. Sr. Thiago disse que já vem discutindo esses assuntos, por exemplo, um guarda corpo no bauzinho; que estão sendo pensadas em guias, etc. Quanto à escada, entende ser importante uma empresa com experiência nesse assunto.Sr. Italo e o escalador Sr. William 4 disseram que podem repassar contato de empresa que constroi vias ferratas corretamente. Este mesmo escalador disse que na Serra dos Órgãos há uma escada – via ferrata dentro de normas mais seguras. Que avisos, via ferrata, ente outros é de custo irrrisório comparada com asfaltamento. Srta. Marcia disse que alfalto ou calçamento podem ser feitos pelo DADE e que outros custos poderiam ser com recursos do MoNa. Sr. Thiago falou da importância de contratar empresa que analise o todo em relação à pedra, otimizando a avaliação em relação aos custos. Sr. Silvio mostrou as conclusões da avaliação feita por instituto, como: interdição do acesso via escada, contratação de serviços especializados, análise dos riscos, retiradas de blocos suspensos ou fixação dos mesmos, re-avaliação para colocação das escadas. Srta. Marcia e Sr. Italo disseram que a prefeitura, membros do comitê e esportistas vão verificar o que pode ser feito.Sra. Yara sugeriu controle e monitoramento da área total do MoNa através de câmeras fixas, com monitoramento central na Administração por exemplo, sendo mais efetiva, segura e de menor custo, do que realizada com pessoal. Ex. monitoramento do trânsito que é feito através de câmeras nas cidades, parques em outros países.Perguntado sobre o acesso convidados dos moradores com veículo de outro município. Sr. Italo, sugeriu reunião com os 3 interessados que estão dentro da área para resolver essa situação. Srta. Márcia falou da importância do transfer que ainda não está implantado e que isso ajudaria bastante nessa questão de pessoas se passarem por amigos de proprietários para entrar sem pagar, por exemplo. Sr. Fernando reforçou que apesar das leis e normas, não se consegue prever e resolver todas as situações, como, alegação de doenças, gravidez, deficiências, entre outros. Que muitas vezes há irritação de visitantes na fila, alegações estranhas, constrangimentos. Também foi observado que a comunicação no local é impossível, via telefone, rádio.Sr. Italo falou da idéia de limitação de acesso para previnir filas. Contudo, tratase de um local longe da cidade e o fato de um turista ir até lá, não poder acessar ou ficar esperando no veículo, pode ser inviável.Seguindo, passou-se à apresentação da empresa Parquetur, que tem proposta de gerenciar parques conforme modelos de outros paises e mesmo no Brasil, no modelo PPP – parceria público-privado. Mostrou pontos relevantes, diferença entre privatização e PPPs. Surgiram alguns questionamentos: como se viabiliza os custos, pagamentos, prefeitura contribui ou não, formas de pagamento, tempo de concessão, investimentos, entre outros. Todas essas perguntas foram respondidas, mas o grupo sentiu que o MoNa ainda não está preparado para este tipo de parceria, principalmente pela categoria de Unidade em que está enquadrado.Sr. Sérgio fez alguns questionamentos sobre o valor a ser pago, sobre quem pagaria, vantagens, dificuldades, e o representante da Parquetur, Sr. Rafael, explicou que ele estava ali para uma apresentação inicial, que ainda não era uma proposta formal; somente apresentação de como se funciona uma PPP e que poderia ser pensada como modelo de gestão para o MONA.Srta. Márcia explicou que o MONA não é um parque, que para tudo funcionar dentro do modelo explicado pela Parquetur, precisa da regularização fundiária de todos, do plano de manejo, dentre outras. É uma proposta a ser pensada e discutida futuramente. Sr. Oscar afirmou que trata-se de uma exposição apenas, não de uma proposta.Sr. Sérgio comentou que a empresa não tem experiência ainda em nenhuma Unidade, assim não tem como provar que é eficiente.Sr. Rafael reforçou que PPPs são modelos novos de negócio, e trata-se nesse momento de uma apresentação, que a empresa que ele representa e outras ainda estão fazendo projetos. Perguntado sobre a função do conselho já existente em um parque, o Sr. Rafael explicou que trabalham integrados, que não se dasativa o conselho. Falou do exemplo da empresa Cataratas S/A. Ele reforçou que no 5 contrato, cria-se a figura da fiscalização.Finalizado este assunto, Srta. Marcia chamou o Sr. Sérgio que falou da proposta que havia se comprometido a enviar aos Gestores a respeito da utilização de algumas construções dentro da área da antiga Fundação Pedra do Baú. Justificou o motivo do não envio e comprometeu-se a encaminhá-lo para análise dos Gestores e Conselho.Para finalizar a reunião, Srta. Marcia fez um resumo das ações discutidas e pontuou alguns compromissos entre os presentes: Gestores (enviar proposta das construções da guarita e sanitários aos conselheiros assim que finalizada; manter conselho informado de todas as ações em andamento), Sr. Sérgio (enviar proposta para utilização do espaço), Sr. Ítalo (reencaminhar e-mail sobre empresa que trabalha com via ferrata), representantes da empresa Rotas & Rochas (enviar modelos de vias ferratas nos moldes de segurança). Sem mais a reunião foi encerrada às 12h30, tendo esta ata sido lavrada por mim, Yara Goulart.